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dc.contributor.advisorOliveira, João Manuel de-
dc.contributor.advisorAguiar, Cecília do Rosário da Mota-
dc.contributor.authorDuarte, Beatriz Rosa-
dc.date.accessioned2026-04-16T14:16:13Z-
dc.date.available2026-04-16T14:16:13Z-
dc.date.issued2025-12-04-
dc.date.submitted2025-10-
dc.identifier.citationDuarte, B. R. (2025). Corpos e fronteiras coloniais: Racialização, hipersexualização e resitência de mulheres brasileiras em Portugal [Dissertação de mestrado, Iscte - Instituto Universitário de Lisboa]. Repositório Iscte. http://hdl.handle.net/10071/36934por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/36934-
dc.description.abstractO presente estudo investiga as experiências de violência de gênero vivida por mulheres brasileiras, considerando o estereótipo de hipersexualização como facilitador para a ação, no contexto de imigração em Portugal. O objetivo está em compreender como a construção racial e social, vivenciadas no Brasil, a partir do estereótipo de hipersexualização da mulher negra e do pacto da branquitude, interfere nas experiências de migração destas mulheres e como elas se sentem ao ter que institucionalizar uma violência sofrida. Para alcançar o propósito estabelecido, foram realizadas entrevistas semiestruturadas com mulheres brasileiras de três divisões raciais diferentes, brancas, pardas e pretas, os resultados foram observados a partir da metodologia de análise temática das entrevistas e pautada na intersecção de gênero, raça, classe social e nacionalidade. As entrevistas permitiram concluir que as experiências vividas no Brasil foram importantes para que as mulheres pretas desenvolvessem mecanismos de proteção, com o intuito de evitar ou lidar melhor com a violência no contexto de imigração. Ao contrário disso, as mulheres brancas vivenciaram o processo de racialização de seus corpos e violências nunca experimentadas antes, demonstrando, inicialmente, uma dificuldade em enfrentar situações parecidas. As mulheres pardas, por sua vez, tiveram experiências distintas na realidade migratória, variando conforme sua classe social de origem e as condições de vida em Portugal, refletindo na presença ou ausência de mecanismos de proteção.por
dc.description.abstractThe present study investigates the experiences of gender violence experienced by Brazilian women, considering the stereotype of hypersexualisation as a facilitating factor for such acts within the context of immigration in Portugal. The objective is to understand how racial and social constructions experienced in Brazil, particularly those arising from the stereotype of the hypersexualised Black woman and the pact of whiteness, influence these women’s migration experiences and how they feel when required to institutionalise the violence they have suffered. To achieve the proposed aim, semi-structured interviews were conducted with Brazilian women from three racial groups: White, Brown (mixed-race), and Black. The results were examined using thematic analysis of the interviews, grounded in the intersection of gender, race, social class, and nationality, and informed by phenomenology. The interviews revealed that the experiences lived in Brazil were crucial for Black women to develop protection mechanisms aimed at preventing or better coping with violence within the migratory context. In contrast, White women experienced the racialisation of their bodies and forms of violence never previously encountered, initially showing difficulty in confronting such situations. Brown women, in turn, had distinct experiences in the migratory context, varying according to their social class of origin and living conditions in Portugal, which reflected the presence or absence of protective mechanisms.por
dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectRaça -- Racepor
dc.subjectGéneropor
dc.subjectMulher brasileirapor
dc.subjectImigração -- immigrationpor
dc.subjectPsicologia social -- Social psychologypor
dc.subjectGenderpor
dc.subjectBrazilian womenpor
dc.subjectEstereótipopor
dc.subjectstereotypepor
dc.titleCorpos e fronteiras coloniais: Racialização, hipersexualização e resitência de mulheres brasileiras em Portugalpor
dc.typemasterThesispor
dc.peerreviewedyespor
dc.identifier.tid204160278por
dc.subject.fosDomínio/Área Científica::Ciências Sociais::Psicologiapor
thesis.degree.nameMestrado em Psicologia das Relações Interculturaispor
iscte.subject.odsEducação de qualidadepor
iscte.subject.odsIgualdade de géneropor
iscte.subject.odsPaz, justiça e instituições eficazespor
thesis.degree.departmentDepartamento de Psicologia Social e das Organizaçõespor
Aparece nas coleções:T&D-DM - Dissertações de mestrado

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