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http://hdl.handle.net/10071/363
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Title: A sociologia das desigualdades de educação numa sociedade crítica
Authors: Deroue, Jean-Louis
Keywords: Sociologia política
Cultura crítica
Igualdade de educação
Epistemologia
Issue Date: 2004
Publisher: CIES-ISCTE / CELTA
Abstract: A sociologia da educação foi refundada, em França, entre os anos 60 a 70, a partir de uma crítica das desigualdades de educação. Essa crítica foi largamente difundida na sociedade. Ela passou entretanto para o senso comum e foi recuperada por uma nova administração que valoriza a autonomia dos estabelecimentos e a iniciativa dos actores. A questão torna-se, portanto, saber como é que a sociologia pode reconstruir uma certa exterioridade em relação a uma sociedade que assimilou os seus resultados e os seus modos de pensar e que os transformou em instrumentos de gestão? O artigo tenta abrir algumas pistas. Trata-se em particular de resistir a uma tendência que diminui o debate político face à gestão técnica e manter a escola no interior do espaço de justificação política.
The sociology of education was re-founded in France between 1960 and 1970, on the basis of criticism of the inequalities in education. This criticism was widely disseminated in the society. In the meantime, it has become common sense and has been picked up by a new administration that lays a high value on the independence of institutions and the initiative of the actors. The question therefore becomes one of knowing how sociology can rebuild a certain detachment from a society that has assimilated its results and ways of thinking and has transformed them into management instruments. This article attempts to present some new leads in this respect. It is particularly important to resist the trend that diminishes the political debate in the face of technical management and to keep schools inside the space of political justification
La sociologie de l’éducation a été refondée, en France, dans les années 60 et 70 à partir d’une critique des inégalités d’éducation. Cette critique a été largement diffusée dans la société. Elle est désormais passée dans le sens commun et est récupérée par un nouveau management qui valorise l’autonomie des établissements et l’initiative des acteurs. La question devient donc: comment la sociologie peut-elle reconstruire une certaine extériorité par rapport à une société qui a assimilé ses résultats et ses modes de pensée et qui les a transformé en outils de gestion? L’article tente d’ouvrir quelques pistes. Il s’agit en particulier de résister à une tendance qui rabat le débat politique sur la gestion technique et de garder l’école au sein de l’espace de justification politique.
Peer reviewed: Sim
URI: http://hdl.handle.net/10071/363
ISSN: 0873-6529
Appears in Collections:CIES-RN - Artigos em revistas científicas nacionais com arbitragem científica

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