Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10071/35893
Autoria: Sousa, Rodrigo João Domingues de
Orientação: Pereira, Cícero Roberto
Ferreira, Patrícia Paula Lourenço Arriaga
Data: 10-Nov-2025
Título próprio: Do i want to break free? O papel das experiências na infância, resiliência, crenças no livre-arbítrio e mundo justo no bem-estar subjetivo em adulto
Referência bibliográfica: Sousa, R. J. D. de (2025). Do i want to break free? O papel das experiências na infância, resiliência, crenças no livre-arbítrio e mundo justo no bem-estar subjetivo em adulto [Dissertação de mestrado, Iscte - Instituto Universitário de Lisboa]. Repositório Iscte. http://hdl.handle.net/10071/35893
Palavras-chave: Experiências na infância
Crença no livre-arbítrio
Crença num mundo justo
Resiliência -- Resilience
Bem-estar subjetivo
Childhood events
Free-will belief
Belief in a just world
Subjective well-being
Resumo: As experiências vividas na infância e adolescência poderão relacionar-se com a forma como nos percecionamos na vida adulta, contribuir para o desenvolvimento de crenças sobre o funcionamento do mundo e ter impacto no nosso bem-estar. O presente estudo teve como objetivo analisar o papel destas experiências percebidas, bem como das crenças no livre-arbítrio, no mundo justo, e da resiliência, no bem-estar subjetivo. Participaram 402 adultos (66,7% do sexo feminino) entre os 18 e 86 anos (M = 24.97; DP = 14.69) num inquérito online. Foram avaliadas as perceções das experiências na infância (PEI), positivas e negativas, as crenças no livre-arbítrio (CL-A) e num mundo justo (CMJ), a resiliência e o bem-estar subjetivo (BES). A análise de um modelo de mediação múltipla mostrou um efeito mediador da CMJ, mas não da CL-A, na relação entre as experiências de infância e o BES. Verificou-se ainda que relatar mais experiências negativas do que positivas na infância se relacionou com um menor BES. Num modelo de mediação moderada, a resiliência não moderou as relações previamente testadas. Contudo, num modelo complementar de mediação em série, a resiliência emergiu como mediadora proximal do BES, apresentando um efeito indireto significativo quer como mediadora única, quer em sequência por via da CL-A e da CMJ. Em conjunto, os resultados evidenciam a importância das experiências na infância no bem-estar adulto, explicado em parte pela resiliência, e pelas crenças que desenvolvemos sobre o mundo, tais como a crença num mundo justo e no livre-arbítrio.
Our childhood experiences can be related to the way we perceive ourselves in adulthood, contribute to the development of beliefs about the way the world operates and impact our well-being. The present study had the objective of analyzing the role of the recollection of these experiences, as well as the belief in free-will, the belief in a just world and the resilience, in our subjective well-being. 402 adults (66,7% female) between 18 and 86 years of age (M = 24.97; SD = 14.69) participated in an online questionnaire. We evaluated the perceptions of childhood experiences (PCE), both positive and negative, belief in a just world (BJW) and free-will (FWB), resilience and subjective well-being (SWB). The analysis of a multiple mediation model showed a mediating effect of the BJW, but not of the FWB, in the relation between PCE and SWB. We also verified that reporting more negative than positive childhood experiences was related to a lower SWB. In a moderated mediation model, the perceived resilience did not moderate any of the previously tested relations. However, in a complementary serial mediation model, the perceived resilience emerged as the most proximal mediator of SWB, showing a significant indirect effect as an isolated mediator and sequentially through the FWB and BJW pathways. These results highlight the importance that childhood events can have in the well-being of an adult, explained partially by the perception of resilience, and the way we develop beliefs about the world, such as beliefs in a just world and free-will.
Designação do Departamento: Departamento de Psicologia Social e das Organizações
Designação do grau: Mestrado em Ciências em Emoções
Arbitragem científica: yes
Acesso: Acesso Aberto
Aparece nas coleções:T&D-DM - Dissertações de mestrado

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