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http://hdl.handle.net/10071/15619
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Title: Women's participation in parliament: the case of Rwanda
Authors: Záborszky, Eszter
Orientador: Sá, Ana Lúcia
Keywords: Women
Gender equality
Political empowerment
Media
Rwanda
Ciência política
Participação das mulheres
Igualdade de género
Emancipação
Ruanda
Issue Date: 13-Nov-2017
Citation: ZÁBORSZKY, Eszter - Women's participation in parliament: the case of Rwanda [Em linha]. Lisboa: ISCTE-IUL, 2017. Dissertação de mestrado. [Consult. Dia Mês Ano] Disponível em www:<http://hdl.handle.net/10071/15619>.
Abstract: Rwanda is the first country in the world that achieved a majority, (61.3%) of women’s representation in the parliament in 2013. This number becomes more extraordinary due to the conflict in 1994, when more 800,000 Rwandan people were killed. Moreover, the entire country was devastated and left in shambles. The women’s role was crucial in the process of reconciliation, as they accounted for more than 70% of the population. After the genocide, the government launched the democratic transition process, which resulted the inauguration of the new constitution in 2003, and in the first democratic multi-party system elections. This constitution guarantees gender sensitive legislations and reinforces the women’s political empowerment, declaring that there must be a minimum of 30% of women in the Chamber of Deputies and in the Senate as well. This work aims to explain the process of women’s equal representation in the Parliament and in the political organizations taking into account the constitution and the several laws ratified in according to the major attendance and influence of women in the decision-making, as well as the role of the press media regarding to the representation on gender political equality.
Ruanda é o primeiro país no mundo a atingir a maioria, (61.3%) na representação das mulheres no Parlamento em 2013. Este número torna-se peculiar tendo em conta o conflito em 1994, no qual morreram mais de 800,000 ruandeses. Além disso, todo o país foi devastado e deixado em ruínas. O papel das mulheres foi fundamental durante o processo de reconciliação, dado que constituíam 70% da população. Depois do genocídio, o governo lançou o processo de transição democrática do qual resultaram a nova constituição e em 2003, as primeiras eleições democráticas com diferentes partidos. Esta constituição garante leis sensíveis aos géneros e reforça a emancipação política das mulheres, declarando um mínimo obrigatório de 30% de presença de mulheres no Parlamento. Esta dissertação tem como objectivo principal explicar o processo de igualdade dos géneros no Parlamento tendo em conta a nova constituição com várias leis ratificadas de acordo com a maior presença e influência das mulheres na tomada de decisões, assim como o papel dos media na representação política dos géneros.
Peer reviewed: yes
URI: http://hdl.handle.net/10071/15619
Thesis identifier: 201758814
Designation: Mestrado em Estudos Internacionais
Appears in Collections:T&D-DM - Dissertações de mestrado

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