“O que não atravessou o oceano, não pode ser feito aqui”: Onde está minha angola?

dc.contributor.authorPrevitalli, Ivete
dc.date.accessioned2011-03-10T11:19:36Z
dc.date.available2011-03-10T11:19:36Z
dc.date.issued2011-03-10
dc.description.abstractEste trabalho é parte da minha pesquisa de Doutorado sobre o candomblé de nação angola no sudeste do Brasil. Atualmente, adeptos do candomblé angola, têm voltado suas atenções para o resgate de traços primordiais africanos, com o intuito de outorgar mais prestígio a esta nação do candomblé. A busca faz-se por vários caminhos. Dentre eles, numa medida extrema, há a procura de uma África que foi perdida no tempo. Entretanto, ao cogitarem em procurar suas raízes em Angola, esbarram numa série de dificuldades. No empenho de entretecer esta colcha de retalhos religiosa, surgem novos inquices. Contudo, aqueles que defendem a brasilidade da nação que pressupõe uma construção em terras brasileiras num momento histórico específico, não aceitam essas novidades. Assim, um dos meus entrevistados declara: “O que não atravessou o oceano, não pode ser feito aqui”. Mesmo assim, independente de posições adversas, uma pergunta ecoa com unanimidade: Onde está minha angola?por
dc.event.date9 a 11 de Setembro de 2010por
dc.event.locationLisboapor
dc.event.title7º Congresso Ibérico de Estudos Africanospor
dc.event.typeCongressopor
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/2413
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedNãopor
dc.publicationstatusNão publicadopor
dc.rightsopen accesspor
dc.subjectCandomblé angolapor
dc.subjectSincretismopor
dc.subjectAfro-brasileiropor
dc.title“O que não atravessou o oceano, não pode ser feito aqui”: Onde está minha angola?por
dc.typeconferenceObjectpor
dspace.entity.typePublicationen

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