Mediação intercultural e inclusão das pessoas ciganas: Desafios e possibilidades

dc.contributor.authorBarbosa, I.
dc.contributor.authorMendes, M. M.
dc.contributor.editorVieira, Ricardo
dc.contributor.editorMarques, José Carlos
dc.contributor.editorSilva, Pedro
dc.contributor.editorVieira, Ana Maria
dc.contributor.editorMargarido, Cristóvão
dc.contributor.editorSantos, Rui
dc.contributor.editorMagalhães, Fernando
dc.contributor.editorPocinho, Ricardo
dc.contributor.editorPereira,Patrícia
dc.date.accessioned2026-06-25T09:03:53Z
dc.date.issued2025
dc.date.updated2026-06-16T10:01:44Z
dc.description.abstractA mediação intercultural é amplamente reconhecida como uma ferramenta essencial para promover o diálogo intercultural, valorizar a diversidade e facilitar a inclusão das pessoas ciganas. A revolução democrática portuguesa trouxe novas oportunidades de participação e direitos para os grupos minoritários, incluindo os ciganos/as, que historicamente enfrentam marginalização e exclusão social. No entanto, a inclusão plena deste grupo social ainda enfrenta desafios significativos, sendo a mediação intercultural um dos principais mecanismos para enfrentar essas barreiras. Esta prática tem produzido resultados positivos em diversos contextos: famílias, escolas, hospitais e serviços públicos. Contudo, a falta de um estatuto de carreira para mediadores/as interculturais limita a sua inserção profissional. Por outro lado, a indefinição e sobreposição, das suas funções muitas vezes resulta numa sobrecarga, sendo os mediadores/as vistos como "panaceia para todos os problemas". Desde 2013, com a inclusão da mediação intercultural como eixo transversal na Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas (ENICC), projetos como o ROMED e os Mediadores Municipais Interculturais têm promovido a capacitação de mediadores/as ciganos e a articulação entre estas comunidades e as políticas públicas locais. Em 2018, a mediação passou a ser um objetivo estratégico da ENICC, reconhecendo-se a importância de reforçar e expandir a intervenção nesta área. Apesar dos progressos, ainda há muito a ser feito para garantir que a mediação intercultural seja reconhecida como profissão legítima, com estatuto claro, formação adequada e contratos estáveis, assegurando o impacto positivo que esta tem na inclusão social e no acesso a direitos fundamentais, como saúde, educação, emprego e habitação. Esta comunicação resulta de uma avaliação externa à ENICC (2023) e dos resultados preliminares do Estudo Nacional das Comunidades Ciganas (2023.10572.CIG), em curso.por
dc.event.date2024
dc.event.locationLeiriapor
dc.event.typeConferênciapt
dc.identifier.citationBarbosa, I., & Mendes, M. M. (2025). Mediação intercultural e inclusão das pessoas ciganas: Desafios e possibilidades. In R. Vieira, J. C. Marques, P. Silva, A. M. Vieira, C. Margarido, R. Santos, F. Magalhães, R. Pocinho, & P. Pereira (Eds.), Livro de Atas: 12.ª Conferência Internacional de Mediação Intercultural e Intervenção Social – 50 anos de 25 de Abril: Transições e Transformações (pp. 85-97). ESECS.IPLeiria e CICS.NOVA.IPLeiria. https://doi.org/10.25766/rw92-6294
dc.identifier.doi10.25766/rw92-6294
dc.identifier.isbn978-989-36128-7-3
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10071/37601
dc.language.isopor
dc.pagination85 - 97
dc.peerreviewedyes
dc.publisherESECS.IPLeiria e CICS.NOVA.IPLeiria
dc.relation.ispartofLivro de Atas: 12.ª Conferência Internacional de Mediação Intercultural e Intervenção Social – 50 anos de 25 de Abril: Transições e Transformações
dc.rightsopenAccess
dc.subjectMediação interculturalpor
dc.subjectPessoas ciganaspor
dc.subjectInclusão socialpor
dc.subjectPolíticas públicaspor
dc.titleMediação intercultural e inclusão das pessoas ciganas: Desafios e possibilidadespor
dc.typeconferenceObject
iscte.identifier.cienciahttps://ciencia.iscte-iul.pt/id/ci-pub-115682

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