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http://hdl.handle.net/10071/8737
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Title: Traders, middlemen, smugglers: the Chinese and the formation of colonial Timor (18th-19th centuries)
Authors: Pinto, Paulo Jorge de Sousa
Issue Date: 2015
Abstract: The Portuguese colonial history of Timor started in the initial years of the 18th century, after the successful settlement of a captain general on the island. It was a troubled process due to the fierce resistance exerted by local powers, the hostility of the local “Black Portuguese” and the Dutch rivalry regarding the control of the island and its resources. Despite the important role played by Chinese communities in the historical processes involving the formation of colonial Timor, it remains an issue barely studied so far. It is mainly due to their discreet presence, which corresponds to a widespread silence on historical sources. This discretion springs from the fact that those were fundamentally mercantile communities that traditionally ensured the supply and selling of goods – namely the export of sandal – in connection with local networks that often escaped the reach of the Portuguese authorities. This study intends to highlight some relevant aspects of the evolution of this shadowy presence and to provide a few research hints about the changes that occurred throughout the 18th and 19th centuries period that fundamentally materialised in the formation of resident communities in the main centres of colonial power.
A história colonial portuguesa de Timor começou nos primeiros anos do século XVIII, após o estabelecimento bem-sucedido de um capitão-geral na ilha. Tratou-se de um processo conturbado, devido à feroz resistência oferecida pelos poderes locais, à hostilidade dos “Portugueses Negros” ali estabelecidos e à rivalidade holandesa no que respeitava o controlo da ilha e dos seus recursos. Apesar do papel importante desempenhado pelas comunidades chinesas nos processos históricos que conduziram à formação de Timor colonial, esta permanece uma questão mal estudada até aos nossos dias. Isto resulta, sobretudo, da sua presença discreta, a que corresponde um silêncio generalizado nas fontes históricas. Esta discrição decorre do facto de se tratar, fundamentalmente, de comunidades mercantis que asseguravam o fornecimento e a venda de mercadorias, nomeadamente a exportação do sândalo, em articulação com as redes locais que escapavam com frequência ao alcance das autoridades portugueses. Este estudo pretende sublinhar alguns aspetos relevantes da evolução desta presença obscura e sugerir algumas pistas de investigação sobre as alterações ocorridas ao longo dos séculos XVIII e XIX e que se materializaram, no essencial, na formação de comunidades residentes junto dos principais centros do poder colonial.
Peer reviewed: Sim
URI: http://hdl.handle.net/10071/8737
DOI: 10.15847/cehc.prlteoe.945X022
ISBN: 978-989-98499-4-5
Appears in Collections:CEHC-CLI - Autoria de capítulos de livros internacionais

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