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http://hdl.handle.net/10071/7789
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dc.contributor.advisorMaurício, Carlos-
dc.contributor.advisorPinto, António Costa-
dc.contributor.authorCastro, Pedro Jorge Cunha de-
dc.date.accessioned2014-10-21T14:39:16Z-
dc.date.available2014-10-21T14:39:16Z-
dc.date.issued2013-
dc.date.submitted2013-10por
dc.identifier.citationCASTRO, Pedro Jorge Cunha de - As famílias Mello e Espírito Santo na Revolução (1974-1975) [Em linha]. Lisboa: ISCTE, 2013. Dissertação de mestrado. [Consult. Dia Mês Ano] Disponível em www:<http://hdl.handle.net/10071/7789>.pt-PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/7789-
dc.description.abstractFoi intenso o percurso das elites financeiras e empresariais depois da Revolução iniciada em 25 de Abril de 1974. Os grandes grupos beneficiaram de uma enorme cumplicidade com o poder durante o regime autoritário do Estado Novo, o que levou as várias forças do poder revolucionário a colá-los ao lado dos perdedores. Alguns dos membros dessa elite foram presos sem mandado ou acusados de sabotagem económica, outros foram impedidos de viajar para o estrangeiro, outros ainda tiveram as suas contas bancárias congeladas e a maioria perdeu quase todo o património quando as suas empresas foram nacionalizadas a seguir ao 11 de Março de 1975. Esta dissertação pretende analisar o modo como as famílias Mello e Espírito Santo procuraram adaptar-se nos primeiros dois anos do regime democrático, como tentaram preservar as suas posições económicas e financeiras, e como lidaram com a detenção dos seus líderes, a interdição de saída do país, o congelamento de contas bancárias e a posterior partida para o exílio.por
dc.description.abstractThe finantial and entrepreneurial portuguese elites went through an intense path after the Revolution that started on the 25 th of April, 1974. The major economic groups benefited from a massive complicity with the political power during the New State’s authoritarian regime, which led the several forces within the revolutionary power to link them to the losing side. Some of those elite members were arrested without a warrant or charged with economic sabotage, others were prevented from traveling abroad or saw their bank accounts frozen, and most of them lost almost all of their assets when their companies were nationalized after the March 11 th 1975 coup. This dissertation intends to examine the way the Mello and Espírito Santo families tried to adapt on the first two years of the democratic regime, the way they tried to keep their financial and economic positions, and how they handled the arrest of their leaders, the prohibition to travel abroad, the freezing of bank accounts and the subsequent departure to the exile.por
dc.language.isoporpor
dc.rightsrestrictedAccesspor
dc.subjectMonopóliospor
dc.subjectBancapor
dc.subjectNacionalizaçõespor
dc.subject25 de Abrilpor
dc.subjectMellopor
dc.subjectEspírito Santopor
dc.subjectPRECpor
dc.subject11 de marçopor
dc.subjectMonopoliespor
dc.subjectBankingpor
dc.subjectNationalizationspor
dc.subjectApril 25thpor
dc.subjectMarch 11thpor
dc.titleAs famílias Mello e Espírito Santo na Revolução (1974-1975)por
dc.typemasterThesispt-PT
dc.identifier.tid201051443por
thesis.degree.nameMestrado em História Moderna e Contemporânea-
Appears in Collections:T&D-DM - Dissertações de mestrado

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