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http://hdl.handle.net/10071/3911
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Title: São Tomé e Príncipe Um Laboratório Atlântico: Diásporas e Dinâmicas Literárias
Authors: Levi, Joseph Abraham
Keywords: Crioulo
Diáspora
Literatura oral
Literatura escrita
Miscigenação
Teatro
Creole
Diaspora
Literature oral
Literature written
Miscegenation
Theater
Issue Date: Oct-2012
Publisher: Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), Centro de Estudos Africanos (CEA-IUL)
Abstract: Após uma breve, porém necessária, digressão pelos diferentes géneros de literatura oral são-tomense, neste trabalho concentrar-nos-emos na produção literária das Ilhas do Nome Santo antes, durante e depois da independência (1975). Apesar de, óbvia e inevitavelmente, o arquipélago possuir características com ecos em outras literaturas africanas, lusófonas e não — primae inter pares as de Cabo Verde e Guiné-Bissau — São Tomé e Príncipe possui uma literatura (oral, escrita e híbrida) que a destaca das suas congéneres africanas, lusófonas em particular. Os intercâmbios transatlânticos entre os séculos XV-XX também deixaram um marco indelével na produção literária dessa jovem nação africana. A deslocação e subsequente colonização europeia e o tráfico transatlântico (parte do mais abrangente comércio triangular), assim como as Diásporas e (i)migrações transcontinentais — impostas ou voluntárias — influenciaram os vários géneros e motivos literários são-tomenses, sobretudo os contos e as representações teatrais, talvez os melhores exemplos do encontro e da miscigenação de mais de duas culturas e línguas a unir três continentes. Consequentemente, este contacto polivalente entre todos os lados e todas as latitudes do mundo atlântico teve a sua contrapartida ao nível cultural. A literatura são-tomense, em língua portuguesa e/ou nos vários crioulos de base lexical portuguesa falados no Arquipélago, é talvez fundamental para desvendarmos as dinâmicas que — durante quase cento e vinte lustros (apesar de a Época dos Descobrimentos ter oficialmente iniciado em 1415, com a tomada de Ceuta, os navegadores portugueses, com a preciosa ajuda de marinheiros genoveses, pisanos, catalães e maiorquinos, entre as demais etnias de cunho não português, começaram a explorar os mares já durante o fim do século XIII e a primeira década do século XIV), na Europa e em África, e mais de cem lustros para as Américas — atraíam, repeliam e uniam três continentes e os seus habitantes.
After a brief introduction to the oral nature of the literature from São Tomé and Príncipe, in this work I shall look at the literary production that sprung from this archipelago before, during, and after its independence from Portugal (1975). Though portraying features found in other Lusophone — (particularly Cape Verdean) or pan-African literatures, São Tomé e Príncipe boasts a unique body of work that sets it aside from most contemporary African nations (as in the case of Cape Verde and Guinea Bissau). The transatlantic exchanges that occurred between the fifteenth and the twentieth century also left a mark in the literary production of this young African nation. European settlement and colonization, transatlantic slavery, transcontinental Diasporas and (im)migrations — enforced or chosen/self imposed — had all an effect on São Tomean literary genres and motifs, particularly short stories and the theatrical representations, perhaps the best examples of this encounter/mixing of two or more than two cultures and languages. Hence, the sociopolitical and economic experimentation(s) that occurred everywhere in the Atlantic world had, per force, a counterpart at the cultural level. São Tomean literature, in Portuguese and/or in any of its Portuguese-based Creoles spoken in the archipelago, is perhaps one of the keys to understanding the complex dynamics that — for almost six hundred years, for Europe and Africa, and more than five hundred years (Modern Area interests in and occupation of other spaces outside Europe officially began in 1415 with the Portuguese siege of Ceuta — a Portuguese enclave in Morocco (1415-1580), then a Spanish town and seaport (1580-to the present). However, towards the end of the thirteenth century, and during the first decades of the fourteenth century, Portuguese navigators, with the aid of Genoese, Pisan, Catalan, and Majorcan sailors, were already exploring the Atlantic sea), for the Americas — have been attracting, repelling, and conjoining three continents and their people.
URI: http://hdl.handle.net/10071/3911
ISBN: 978-989-732-089-7
Appears in Collections:CEI-CLN – Autoria de capítulos de livros nacionais

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