Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10071/36703
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dc.contributor.advisorSilva, Francisco Vaz da-
dc.contributor.authorFigueiredo, Francisca Beatriz de Sá-
dc.date.accessioned2026-03-23T19:12:46Z-
dc.date.available2026-03-23T19:12:46Z-
dc.date.issued2025-12-28-
dc.date.submitted2025-10-
dc.identifier.citationFigueiredo, F. B. de Sá (2025). Claustro: Do invisível ao dizível: Uma meditação sobre o aprender-fazer com as monjas beneditinas de Roriz e do Huambo [Dissertação de mestrado, Iscte - Instituto Universitário de Lisboa]. Repositório Iscte. http://hdl.handle.net/10071/36703por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/36703-
dc.description.abstractA presente dissertação estabelece-se no encontro entre o estudo de uma comunidade monástica beneditina onde tudo, incluindo a linguagem, tende para o silêncio e a proposta de Maurice Bloch de que a Antropologia deve atentar, sobretudo, ao implícito. Atendendo a Tim Ingold, argumento que para compreender a vida contemplativa é necessário aprender a fazer as suas práticas com as monjas, ao invés de fazer estudos sobre elas, tomando como fundamental a premissa de que a Antropologia é um processo educativo e transformacional, no qual o conhecimento nasce da atenção, da relação e da capacidade de nos correspondermos com o nosso contexto de vida e de pesquisa. Com base na minha participação nas práticas do quotidiano monástico, apresento o claustro como uma metáfora da interioridade e da comunhão entre hóspedes e monjas e reflito sobre como a comunidade habita o ritmo do tempo, os seus corpos e o lugar, orando e fazendo silêncio, alegando que este último é, no mosteiro, uma linguagem e que a palavra é, também, uma prática de silêncio. Com atenção aos processos extralinguísticos da vida monástica, elaboro, ainda, que as palavras são, na investigação antropológica, insuficientes. Para inferir a centralidade do silêncio beneditino na vida da comunidade, foi-me exigido aprender a fazer silêncio, constituindo-o simultaneamente como um dos métodos desta investigação, ao qual se aliam as fotografias produzidas por mim e pelas minhas interlocutoras, que atuam como uma extensão de um gesto contemplativo, revelando o invisível a partir do que é visualmente dizível.por
dc.description.abstractThis dissertation is established at the intersection of the study of a Benedictine monastic community where everything, including language, tends toward silence, and Maurice Bloch's proposal that Anthropology should pay attention, above all, to the implicit. Following Tim Ingold, I argue that to understand contemplative life, it is necessary to learn to practice it with the nuns, rather than making studies of them. I take as a fundamental premise that Anthropology is an educational and transformational process, in which knowledge arises from attention, relations, and the ability to correspond to our life and research context. Based on my participation in the practices of daily monastic life, I present the cloister as a metaphor for interiority and communion between guests and nuns, and I reflect on how the community dwells in the rhythm of time, their bodies, and the place, praying and maintaining silence. I argue that the latter is, in the monastery, a language and that speech is also a practice of silence. With attention to the extralinguistic processes of monastic life, I further elaborate that words are, in anthropological research, insufficient. To infer the centrality of Benedictine silence in the life of the community, I was required to learn to be silent, simultaneously constituting it as one of the methods of this research, to which are added the photographs produced by me and my interlocutors, which act as an extension of a contemplative gesture, revealing the invisible through what is visually sayable.por
dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/por
dc.subjectAntropologia -- Anthropologypor
dc.subjectMonasticismopor
dc.subjectLinguagem -- Languagepor
dc.subjectSilênciopor
dc.subjectOraçãopor
dc.subjectContemplaçãopor
dc.subjectMonasticismpor
dc.subjectSilencepor
dc.subjectPrayerpor
dc.subjectContemplationpor
dc.titleClaustro: Do invisível ao dizível: Uma meditação sobre o aprender-fazer com as monjas beneditinas de Roriz e do Huambopor
dc.typemasterThesispor
dc.peerreviewedyespor
dc.identifier.tid204079454por
dc.subject.fosDomínio/Área Científica::Ciências Sociais::Sociologiapor
thesis.degree.nameMestrado em Antropologiapor
iscte.subject.odsCidades e comunidades sustentáveispor
iscte.subject.odsProdução e consumo sustentáveispor
iscte.subject.odsPaz, justiça e instituições eficazespor
thesis.degree.departmentDepartamento de Antropologiapor
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