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dc.contributor.authorCouto, Carlos-
dc.date.accessioned2011-12-31T22:07:32Z-
dc.date.available2011-12-31T22:07:32Z-
dc.date.issued2002-12-
dc.identifier.issn1645-3794por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/3107-
dc.description.abstractEste artigo analisa a sociedade rural de Santiago de Cabo Verde como um sistema auto-reprodutivo onde se combinam lógicas diferenciadas e múltiplas subsistências que trespassam relações de produção que vão desde o auto-consumo ao mercado e deste ao salariato. De acordo com o autor, a questão que se põe não é a da destruição do modo de produção doméstico e da capacidade de reprodução social mas a de saber de que modo esta última se enquadra, se adapta e se transforma com o megaprocesso da globalização intermediado pelas estruturas “modemizantes” e assistenciatistas da ajuda internacional e do Estado.por
dc.description.abstractThis article analyses the rural societie of Santiago island, Cape Verde, as self-reproducing system where different rationalities and multiple subsistence strategies are combined and where relations of production range from auto-consumption to the market and from there to paid labour. According to the author, the question posed is not that of the destruction of the domestic mode of production or of the capacity of social reproduction but that of understanding how the latter fits into the mega-process of globalisation intermediated by the “modernizing” structures of foreign aid and the state, both imbued by a spirit of “assistance”, and confronting the rural societies with constant demands on their adaptation and transformation potential.por
dc.description.abstractCet artide analyse le société rural de l’ile de Santiago, au Cap Vert, comme un système Auto-réproductrice où se combinent des logiques différenciés et des stratégies multiples de subsistence, passant par des relations de travail qui vont de l’autocosommation au marché et de là au salariat. Selon l'auteur, la question qui se pose n’est pas celle de la destruction du mode de production domestique et de la capacité de reproduction sociale, mais celle de savoir de quelle manière cette dernière s'encadre, s'adapte et se transforme au sein d'un méga-processus de globalisation dont les intermédiaires sont les structure ”modernisantes”, imbuées d’un esprit d'assistance, de l'aide intemationale et de l'État.por
dc.language.isoporpor
dc.publisherCentro de Estudos Africanos do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectAntropologia do desenvolvimentopor
dc.subjectSantiagopor
dc.subjectCabo Verdepor
dc.titleAntropologia do Desenvolvimento: Santiago de Cabo Verde, um estudo de casopor
dc.typearticlepor
dc.pagination127-140por
dc.publicationstatusPublicadopor
dc.peerreviewedSimpor
dc.journalCadernos de Estudos Africanospor
dc.distributionInternacionalpor
dc.number3por
degois.publication.firstPage127por
degois.publication.lastPage140por
degois.publication.locationLisboapor
degois.publication.titleCadernos de Estudos Africanospor
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