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http://hdl.handle.net/10071/18592
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Title: Creativity for all: Microsoft Italia business case
Authors: Boccardi, Donato
Orientador: Leite, Marco
Keywords: Creativity
Creative tools
Corporate culture
Mindset
Gestão da inovação
Criatividade
Gestão empresarial
Estudo de casos
Issue Date: 29-Sep-2017
Citation: BOCCARDI, Donato - Creativity for all: Microsoft Italia business case [Em linha]. Lisboa: ISCTE-IUL, 2017. Dissertação de mestrado. [Consult. Dia Mês Ano] Disponível em www:<http://hdl.handle.net/10071/18592>.
Abstract: The society where we live in is portrayed by creativity2, a concept that became useful in a wide range of fields: economy, art, science, medicine, and so on. We came back to understand that the capacity of being creative is the essence of business, and moreover, represents the competitive advantage3 we need to survive in the market. All the transformation we see in our socioeconomic environment are directly linked with this human being nature: creativity. It is truly hard to specifically define the borders of creativity since we talk about it in sculpture, music, painting, literature, design, fashion, medicine, science, and art in general. We have names that are related to creativity: Leonardo, Michelangelo, Mozart, Pirandello, Beethoven, Newton, Galileo, and I can go on for an entire paper. What it is as important as the vast appeal of those names above, is the fact that normal people in a daily life, thanks to their jobs and activities, elaborate and develop creative mindset making our life easier to live. Since ever we talk about this topic within different shadows, for example in ancient times creativity was viewed as a divine attribute. The Sumerians believed that most of the things we still credited to their work, were gifts from the gods. The Babylonians and Assyrians had special guardian angels useful to guide them in discoveries and other studies. In Judeo-Christian tradition, all the creative things were created by God in the first place; even new inventions were a grace and power of God. The ancient Greeks got the fire from Prometheus the Titan that stole it from heaven and gave it to them and received back an eternal punishment from Zeus. Even Daedalus that means “clever worker”, was an inventor of things given from gods, for example, the magical wings he created to flee from the prison. In general, for Greeks, creativity was an external power or gift that was imparted to people by divine spirits (Gibson R., 2015). This joint sense of Greeks was shared from Romans too. They used to call “genius” (Gibson R., 2015) the kind of guardian spirit that guides human creativity. In another word, if Elon Musk, Tesla Inventor had been in the Roman Empire, no one would have called him a genius. However, everything started to have a different shadow in the European Renaissance between the fourteenth to the seventeenth centuries, particularly in the period of humanism. We all should be thankful for these periods of time, where essentially was introduced a new way of looking at the world. Humans became the centre of the universe, and that meant trying, daily, to understand our world, making it easier and working to make this world a better place in the future. Wind of resistance was made by middle age period where Latin noun “creatio” (“creation”) and the verb “creare” (“to create”) were exclusively used for God’s original act of creation. The Renaissance mind was free to discover the beauty of every single phenomenon all around. Maybe this liberation from all the boundaries that at that time, and still today, the society was giving, helped us to introduce fresh perspectives, becoming the fuel for creativity and innovation from that time to today in every field and topic as will be showed in this Master Thesis. Using the knowledge of innovation management and creative tools described in the first part of the thesis, will be possible to collect, analyse and understand the best solutions for real life business problems. Specifically, in this work bill be showed how Microsoft Italia, after a long evaluation of new people management solutions, decided to invest, supported by creative experts, in infrastructure and buildings to share off the new corporate vision: open innovation through digital transformation. Microsoft managers were involved in the process of data collection and a creative session between Microsoft colleagues were used to study the new perspectives of the work environment.
A sociedade em que vivemos é retratada pela criatividade6, um conceito que se tornou útil em diversos campos: economia, arte, ciência, medicina, entre outras. Constatámos que a capacidade de ser criativo é a essência do negócio e, além disso, representa a vantagem competitiva7 que necessitamos para sobreviver no mercado. Todas as transformações que vemos no nosso ambiente socioeconómico está diretamente relacionado com esta natureza humana: a criatividade. É verdadeiramente difícil definir especificamente as fronteiras da criatividade uma vez que falamos sobre ela em escultura, música, pintura, literatura, design, moda, medicina, ciência e a arte no geral. Existem nomes que estão relacionados com a criatividade como: Leonardo, Michelangelo, Mozart, Pirandello, Beethoven, Newton, Galileo, entre outros que poderia enumerar. O que é tão importante como o recurso aos nomes acima mencionados é o facto de que pessoas normais no seu dia a dia, devido aos seus trabalhos e atividades, elaboram e desenvolvem mentalidades criativas que tornam a nossa vida mais fácil de viver. Desde sempre que falamos sobre este tema em diferentes visões, como por exemplo nos tempos antigos a criatividade era vista como um atributo divino. Os sumérios acreditavam que a maioria das crenças nos seus trabalhos eram os presentes dos deuses. Os babilónios e assírios tinham anjos guardiões especiais úteis para guiá-los em descobertas e outros estudos. “Ele (Marduk) enviou uma divindade tutelar (Cherub) de graça para ir ao meu lado; em tudo o que fiz, ele fez com que o meu trabalho tivesse sucesso” Nabopolassar, King of Babylonian Empire8 Na tradição judaico-cristã, todas as coisas criativas foram criadas por Deus em primeiro lugar; mesmo as novas invenções eram graça e poder de Deus. Os gregos antigos receberam o fogo de Promoteu que, por sua vez, o roubou do céu, e por isso recebeu um castigo eterno de Zeus. Mesmo Dédalo, que significa “trabalhados inteligente”, era um inventor de coisas dadas por deuses, como por exemplo as asas mágicas que ele criou para fugir da prisão. No geral, para os gregos, a criatividade era um poder ou presente externo que foi transmitido às pessoas por espíritos divinos (Gibson R., 2015). Este sentido comum dos gregos também foi partilhado pelos romanos. Os romanos costumavam chamar “génio” (Gibson R., 2015) ao tipo de espírito guardião que guia a criatividade humana. Por outras palavras, se Elon Musk, inventor da Tesla, estivesse no Império Romano, ninguém o teria chamado de génio. Contudo, começou-se a ter uma visão diferente no renascimento europeu entre os séculos XIV e XVII, particularmente no período do humanismo. Todos nós devemos agradecer por esses períodos de tempo, onde essencialmente foi introduzida uma nova maneira de olhar para o mundo. Os seres humanos tornaram-se o centro do universo e isso significava tentar, diariamente, perceber o nosso mundo, tornando-o mais fácil e trabalhando para torna-lo num lugar melhor para o futuro. O vento da resistência foi criado na idade média onde o nome Latim “creatio” (“criação”) e o verbo “creare” (“criar”) era exclusivamente usado para o ato original de criação de Deus. A mente renascentista era livre para descobrir a beleza de cada fenómeno único. Talvez esta libertação de todos os limites que, naquela época e ainda hoje, a sociedade nos tem dado, ajudou a introduzir novas perspetivas, tornando-se o combustível para a criatividade e inovação, como será possível verificar nesta Tese de Mestrado. Usando o conhecimento de gestão de inovação e ferramentas de criatividade descritas na primeira parte da tese, será possível recolher, analisar e perceber as melhores soluções para a realidade dos problemas de negócios. Especificamente, neste trabalho será demonstrado como a Microsoft Itália, depois de uma longa avaliação de soluções de gestão de pessoas, decidiu investir, suportada por especialistas criativos, em infraestruturas e edifícios de forma a demonstrar a nova visão empresarial: inovação através da transformação digital. Gestores da Microsoft estiveram envolvidos no processo de recolha de dados e foi realizada uma sessão criativa entre colegas da Microsoft para estudar as novas perspetivas do ambiente de trabalho.
Peer reviewed: yes
URI: http://hdl.handle.net/10071/18592
Thesis identifier: 201762374
Designation: Mestrado em Gestão
Appears in Collections:T&D-DM - Dissertações de mestrado

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