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http://hdl.handle.net/10071/17842
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Title: Reappropriation and self-labeling: the influence of sexist language on women's feeling of personal power
Authors: Barale, Valeria
Orientador: Bianchi, Mauro
Keywords: Gender studies
Sexism
Self-labelling
Reappropriation
Perceived individual power
Labels’ valence
Intergroup conflict
Psicologia social
Mulher
Identidade de género
Autoconceito
Discriminação
Identidade de grupo
Conflito social
Issue Date: 25-Jul-2018
Citation: Barale, V. (2018). Reappropriation and self-labeling: the influence of sexist language on women's feeling of personal power [Dissertação de mestrado, Iscte - Instituto Universitário de Lisboa]. Repositório do Iscte. http://hdl.handle.net/10071/17842
Abstract: This research investigates how the use of sexist terms affects women's perception of individual power and the valence they attribute to these stigmatizing labels. One hundred and seventy-five participants were randomly assigned to three conditions: in one condition participants were asked to remember a situation in which they self-labeled using a sexist term, in another condition participants were asked to remember a situation in which another woman used a sexist term to refer to them and in the last condition participants were asked about a situation in which they used non-sexist negative terms to self-label. Participants' feelings of power in the remembered situations were recorded, as well as the valence of the specific sexist labels. Results show that women’s sense of individual power does not vary when they used the terms to describe themselves compared to the situations in which another woman used them, while the value attributed to the labels appears to be less negative when the participants used the terms to describe themselves than when another woman did it.
Este estudo aborda o modo como o uso de termos sexistas afeta a perceção das mulheres acerca do seu poder individual e o valor que as mesmas atribuem a estas etiquetas estigmatizantes. Cento e setenta e cinco participantes mulheres foram aleatoriamente distribuídas por três condições: numa condição as participantes foram convidadas a lembrar uma situação em que se auto-descreveram usando um termo sexista, noutra condição foi pedido às participantes que lembrassem uma situação em que outra mulher usou um termo sexista para as definir e, por fim, na última condição, as participantes foram questionadas sobre uma situação na qual elas usaram termos negativos não sexistas para se autodescrever. Os sentimentos de poder dos participantes nas situações lembradas foram registados, bem como a valência das etiquetas sexistas especificadas. Os resultados mostram que a perceção de poder individual das mulheres não varia quando elas mesmas usam as etiquetas em comparação com as situações em que outra mulher as usou. De realçar ainda, que o valor atribuído às etiquetas resultou ser menos negativo quando as participantes usaram os termos para se autodescrever do que quando outra mulher os utilizou.
Peer reviewed: yes
URI: http://hdl.handle.net/10071/17842
Thesis identifier: 202024717
Designation: Mestrado em Psicologia das Relações Interculturais
Appears in Collections:T&D-DM - Dissertações de mestrado

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