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http://hdl.handle.net/10071/15715
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Title: Can the endogenous nature of financial capitalism explain the recent dynamics for inequality?: a brief study on top-income households
Authors: Cruz, Fábio Alexandre Fojo
Orientador: Vale, Sofia de Sousa
Keywords: Income inequality
Pedroni
TOP1
TOP10
Globalization
Economia monetária
Distribuição do rendimento
Globalização
Capital financeiro
Modelização económica
Issue Date: 27-Nov-2017
Citation: CRUZ, Fábio Alexandre Fojo - Can the endogenous nature of financial capitalism explain the recent dynamics for inequality?: a brief study on top-income households [Em linha]. Lisboa: ISCTE-IUL, 2017. Dissertação de mestrado. [Consult. Dia Mês Ano] Disponível em www:<http://hdl.handle.net/10071/15715>.
Abstract: Economic inequality and asymmetric income growth has long been a fierce battleground for opposite theoretical beliefs. In a context of a post-crisis scenario, as the one we live today, it matters above all a clear assessment whether the changes in modern capitalism into a financial-led type, is responsible for widening the gap among the richest and the poorest. Setting this goal in mind, an empirical study was conducted for forty-one countries during thirty-six years accessing the inequality via the income held by top ladder households: Top One Percent (TOP1) and Top Ten Percent (TOP10). The conclusions redrawn point for dissimilar behavioral dynamics between the incomes held by TOP1 and TOP10. Economies characterized by less reliance on global trade, higher percent of rural population, acuter educational disparities and more consumption aversion tend to generate higher returns for the TOP1 solely. Accompanying this set-up it is also noticeable two curious phenomena: firstly, the tendency of enlargement of the "ultra rich" wealth in situations oh high unemployment and lower life expectancy and secondly the non dependence of TOP1 income from the contemporaneous evolution of GDP which induces the idea of a "protective shield" in adverse economic situations for the national elites.
A desigualdade económica e o crescimento assimétrico do rendimento têm sido um campo de batalha feroz para teorias antagónicas. No contexto de um cenário pós-crise, como o que vivemos hoje, importa acima de tudo, um esclarecimento se as mudanças recentes no capitalismo moderno são responsáveis por aumentar a diferença entre ricos e pobres. Tendo em vista este objetivo, num estudo empírico foi conduzida a modelização da evolução da desigualdade através do rendimento dos agregados familiares superiores: top um por cento (TOP1) e top dez por cento (TOP10). As conclusões obtidas apontam para uma dinâmica comportamental diferente entre os rendimentos do TOP1 e do TOP10: economias caracterizadas por uma menor dependência do comércio global, maior percentagem da população rural e disparidades educacionais assim como maior aversão ao consumo tendem a gerar maiores retornos para o TOP1 exclusivamente. Acompanhando esta realidade, verificam-se também dois fenómenos curiosos: primeiramente, a tendência para a ampliação da riqueza dos ultra ricos em situações de desemprego e menor esperança média de vida e, em segundo lugar, a não dependência do rendimento do TOP1 face à evolução contemporânea de PIB que induz a ideia de um "escudo protetor" para as elites nacionais aquando de situações económicas adversas.
Peer reviewed: yes
URI: http://hdl.handle.net/10071/15715
Thesis identifier: 201770105
Designation: Mestrado em Economia
Appears in Collections:T&D-DM - Dissertações de mestrado

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