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http://hdl.handle.net/10071/15016
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DC FieldValueLanguage
dc.contributor.authorCastro, P.-
dc.contributor.authorBatel, S.-
dc.date.accessioned2018-01-23T12:08:49Z-
dc.date.available2018-01-23T12:08:49Z-
dc.date.issued2007-
dc.identifier.issn0874-2049por
dc.identifier.urihttps://ciencia.iscte-iul.pt/id/ci-pub-15856-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/15016-
dc.description.abstractNeste trabalho pretendemos analisar uma controvérsia relativa ao património construído das cidades e à participação do público, que envolveu os sistemas técnico e leigo. Trata-se da controvérsia relativa ao Convento dos Inglesinhos, um conjunto patrimonial do século XVII que ocupa um quarteirão do Bairro Alto, um dos bairros mais emblemáticos de Lisboa, e para o qual está actualmente prevista a transformação num condomínio residencial fechado de luxo. O projecto, aprovado pelos técnicos camarários sem consulta pública aos moradores, provocou um debate público intenso quando um movimento de moradores do Bairro organizou protestos e debates públicos contra a transformação. Neste trabalho, reconstruímos primeiro o contexto representacional desta controvérsia, baseando-nos na análise das notícias da imprensa, na nossa participação nas sessões públicas organizadas pelos moradores e nas entrevistas realizadas com os principais protagonistas, análises que permitiram compreender as representações sobre a cidade, o património e o papel dos cidadãos aqui envolvidos. Analisamos mais detalhadamente as entrevistas narrativas realizadas aos técnicos camarários, que permitiram examinar como é que os técnicos gerem o dilema de não poderem falar abertamente contra a participação pública – com legitimidade normativa nas sociedades actuais -, ao mesmo tempo que resistem aos objectivos dos moradores, reiterando as suas próprias decisões. Recorrendo à definição de polifasia cognitiva, analisamos as contradições que daqui emergem e como se relacionam com as diferentes identidades que os técnicos podem assumir – técnico e cidadão. Discutimos ainda como é que a gestão deste dilema e o recurso à contradição podem contribuir para impedir que os cidadãos participem por uma via legal, fomentando maior anomia quanto aos problemas dos espaços construídos.por
dc.language.isoporpor
dc.publisherAssociação Portuguesa de Psicologia (APP)/Edições Colibripor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectParticipação públicapor
dc.subjectRepresentações sociaispor
dc.subjectEsfera públicapor
dc.subjectPolifasia cognitivapor
dc.titleTécnico e cidadão, eis a questão: um caso de participação pública no espaço urbanopor
dc.typearticleen_US
dc.pagination99-117por
dc.publicationstatusPublicadopor
dc.peerreviewedyespor
dc.journalPsicologiapor
dc.distributionInternacionalpor
dc.volume21por
dc.number2por
degois.publication.firstPage99por
degois.publication.lastPage117por
degois.publication.issue2por
degois.publication.titlePsicologiapor
dc.date.updated2018-01-23T12:07:39Z-
dc.identifier.doi10.17575/rpsicol.v21i2.369-
Appears in Collections:CIS-RN - Artigos em revistas científicas nacionais com arbitragem científica

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