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dc.contributor.advisorAgier, Michel-
dc.contributor.advisorPerez, Rosa Maria de Figueiredo-
dc.contributor.authorNeto, Pedro Miguel Mendes Pereira Figueiredo-
dc.date.accessioned2016-06-20T09:41:58Z-
dc.date.available2016-06-20T09:41:58Z-
dc.date.issued2016-
dc.date.submitted2016-04por
dc.identifier.citationNeto, P. M. M. P. F. (2016). Um mundo em movimento: Horizontes operativos entre refugiados e regressados angolanos (Campo de Meheba, Zâmbia) [Tese de doutoramento, Iscte - Instituto Universitário de Lisboa]. Repositório do Iscte. http://hdl.handle.net/10071/11498por
dc.identifier.isbn978-989-732-879-4-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/11498-
dc.description.abstractO deslocamento populacional — forçado, induzido ou voluntário — encontra-se arraigado nos territórios que hoje compõem Angola e respectivas franjas. A escravatura, o trabalho forçado, a violência e os pesados impostos, o processo de ocupação territorial, as políticas coloniais e outras mais recentes, mas sobretudo os continuados conflitos inter-relacionados, estiveram na base de profundas transformações demográficas. Ao longo do tempo, a incerteza estrutural contribuiu para que o movimento — enquanto constrangimento e estratégia — se consolidasse como condição central na vida das populações locais. Através de métodos etnográficos adaptados ao contexto do terreno, procurei compreender como se articula o movimento de “refugiados” e “repatriados angolanos”. Nesse sentido, e partindo do campo de refugiados de Meheba, Zâmbia, acompanhei directa e indirectamente os respectivos percursos entre a Zâmbia e Angola. O resultado foi a elaboração de um regime de pensamento e de acção, organizado através das unidades socioespaciais envolvidas — a saber, “o campo” (de refugiados), “o mato”, “a cidade”, “a estrada” e “a fronteira”. Tais unidades socioespaciais, cuja substância é produto — e produtora — de eventos, ideias e ideais de (i)mobilidade, constituem o que eu chamo de “horizontes operativos”. Assim, trata-se de compreender o que ocorre nestas unidades socioespaciais, que significados encerram, qual o seu carácter, que identidades form(ul)am, que comportamentos e expectativas (pre-)supõem, e como estimulam e são estimulados pela (i)mobilidade nas suas várias expressões.por
dc.description.abstractForced, induced and/or voluntary, displacement lies deeply rooted in the territories that today comprise Angola and its fringes. Colonial occupation and slavery, violence, forced labour and high taxes, the nationalist strife, but above all, the successive interrelated conflicts, have had tremendous demographic implications. Over time, structural uncertainty contributed to the way movement — understood as a constraint and as a strategy — became integrated in the regional social landscape. The Meheba Refugee Settlement, Zambia, was the departure point of a sprawling ethnography. By following the paths of Angolan refugees and returnees between Zambia and Angola, I sought to understand how movement is articulated and perceived. More than an element of analysis, mobility became a research resource; the elaboration of a régime de la pensée et d’action, structured according to the socio-spatial units involved, was its outcome. These socio-spatial units, whose substance is the product and producer of events, ideas and ideals of (im)mobility, constitute what I call “operative horizons”. In the present essay, these are the (refugee) “camp”, “the bush”, “the town”, “the road” and “the border”. Therefore, it is my aim to examine what takes place in these units, the meanings these horizons have attached as well as their intrinsic nature, the identities they shape and formulate, the behaviors and expectations they imply and foresee, and how they stimulate and are stimulated by the various expressions of (im)mobility.por
dc.language.isoporpor
dc.relationinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/SFRH/SFRH%2FBD%2F84332%2F2012/PTpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectRefugiados -- Refugeespor
dc.subjectDeslocamentopor
dc.subjectMobilidadepor
dc.subjectFronteiraspor
dc.subjectEstratégias de vidapor
dc.subjectÁfricapor
dc.subjectEtnografia -- Ethnographypor
dc.subjectDisplacementpor
dc.subjectMobilitypor
dc.subjectRegião fronteiriça -- Border regionpor
dc.subjectLife strategiespor
dc.titleUm mundo em movimento: Horizontes operativos entre refugiados e regressados angolanos (Campo de Meheba, Zâmbia)por
dc.typedoctoralThesispor
dc.peerreviewedyespor
dc.identifier.tid101373457-
dc.subject.fosDomínio/Área Científica::Ciências Sociais::Sociologia-
thesis.degree.nameDoutoramento em Antropologia-
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