Skip navigation
Logo
User training | Reference and search service

Library catalog

Retrievo
EDS
b-on
More
resources
Content aggregators
Please use this identifier to cite or link to this item:

acessibilidade

http://hdl.handle.net/10071/10374
Full metadata record
acessibilidade
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.advisorRamalho, Nelson-
dc.contributor.authorRocha, Sara Raquel Contumélias-
dc.date.accessioned2015-12-15T16:02:25Z-
dc.date.available2015-12-15T16:02:25Z-
dc.date.issued2015-12-15-
dc.date.submitted2015-09por
dc.identifier.citationROCHA, Sara Raquel Contumélias - Genderized political skills: from biological to psychosocial identity [Em linha]. Lisboa: ISCTE-IUL, 2015. Dissertação de mestrado. [Consult. Dia Mês Ano] Disponível em www:<http://hdl.handle.net/10071/10374>.pt-PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/10374-
dc.description.abstractNa literatura referente às competências políticas dos indivíduos a nível organizacional, tem existido interesse em abordar questões de género relacionadas com a forma como o poder e o comportamento político são específicos do género. A maioria dos esforços para compreender melhor as relações de poder-género utilizam sexo (biológico) como variável crítica, enquanto aqueles que aplicam género tendo em conta uma perspetiva psicossocial têm dificuldades ou não conseguem medir este construto como uma variável contínua. Esta opção implícita de aceitar o sexo como sendo suficiente para estudar esta problemática não só negligencia toda a literatura relacionada com as diferenças entre sexo/género (e.g. Ely & Padavic, 2007), como cria eventuais enviesamentos que mascaram as verdadeiras relações entre poder e género. Este estudo tem como objetivo compreender em que medida é que sexo é equivalente ao género como uma variável essencial no estudo das competências políticas. 207 indivíduos preencheram um inquérito que abrangia uma medida de competências políticas desenvolvido por Ferris e colegas (2005), uma medida do género psicológico, o Bem Sex-Role Inventory (Bem, 1974) e variáveis sociodemográficas (e.g. sexo). Os resultados demonstraram que o uso do sexo como variável comparativa não revelou diferenças significativas em nenhuma das quatro dimensões de competências políticas (capacidade de rede de contatos, sinceridade aparente, astúcia social e influência interpessoal). Porém, a utilização de género revelou diferenças significativas em todas as dimensões. Além disso, tendo em conta perspectivas relativas aos benefícios de ter características tanto masculinas como femininas, descobrimos que indivíduos andróginos têm competências políticas mais elevadas, sendo mais capazes de desenvolver comportamento político. Conclui-se que a distinção biológica entre homens e mulheres é insuficiente para compreender as relações de poder-género e que uma abordagem psicossocial oferece uma visão muito mais rica do fenómeno.por
dc.description.abstractWithin political skills research there has been interest in tackling gender issues relating with how power and politics are gender-specific. Most of the endeavors to better understand gender-power relations take sex (biological) as the critical variable while those who approach gender from a psychosocial view are quite rare or fail to measure gender as a continuous variable. This implicit option of accepting biological sex as being sufficient to study gender not only neglects all literature related to sex/gender differences (e.g. Ely & Padavic, 2007) as it creates a potential bias that is masking true gender-power relations. This study sets itself the aim of understanding to what extent is biological sex equivalent to gender as a critical variable in studying political skills. 207 individuals filled a survey that comprehended a measure of political skills developed by Ferris and colleagues (2005), a measure of psychological gender, the Bem Sex-Role Inventory (Bem, 1974) and sociodemographic variables amongst which sex. Findings show that using sex as comparison variable revealed no significant differences in none of the four political skills dimensions (networking ability, apparent sincerity, social astuteness, and interpersonal influence) but using gender as a comparison variable unmasked significant differences in all of these dimensions. Additionally, concerning the perspectives of the benefits of having both masculine and feminine traits, we found that androgynous individuals have higher political skills, being more capable of developing political behavior. We conclude that the biological male-female distinction is insufficient to understand power-gender relations and that a psychosocial approach offers a much richer view of phenomena.por
dc.language.isoporpor
dc.rightsrestrictedAccesspor
dc.subjectGéneropor
dc.subjectSexopor
dc.subjectCompetências políticaspor
dc.subjectComportamento políticopor
dc.subjectAndróginiapor
dc.subjectGenderpor
dc.subjectPolitical skillspor
dc.subjectPolitical behaviorpor
dc.subjectAndrogynypor
dc.titleGenderized political skills: from biological to psychosocial identitypor
dc.typemasterThesispt-PT
dc.peerreviewedSimpor
dc.identifier.tid201073579-
thesis.degree.nameMestrado em Psicologia Social e das Organizações-
Appears in Collections:T&D-DM - Dissertações de mestrado

Files in This Item:
acessibilidade
File Description SizeFormat 
Dissertação_SCRocha.pdf963.79 kBAdobe PDFView/Open    Request a copy


FacebookTwitterDeliciousLinkedInDiggGoogle BookmarksMySpace
Formato BibTex MendeleyEndnote Currículo DeGóis 

Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.