Experimental tourism: A practice-based exploration

dc.contributor.advisorDias, Nélia Susana
dc.contributor.advisorAvellino, Marie
dc.contributor.advisorHenderson, Lizanne
dc.contributor.authorMarchal, Lucy Elenor
dc.date.accessioned2026-08-26T10:51:09Z
dc.date.embargo2028-10-08
dc.date.issued2025-10-09
dc.date.submitted2025-09
dc.description.abstractThis dissertation explores Experimental Tourism (ET), more specifically the concept drawn from Joel Henry and Rachael Anthony in the 2005 Lonely Planet Guide to Experimental Travel. Merging with many other theories in tourism and artistic movements, ET challenges the tourist gaze and mainstream itineraries, encouraging travellers to embrace uncertainty, spontaneity, and creative interpretation. This dissertation investigates in a first place what does it mean to do ET, it also assesses the potential of the practice to disrupt conventional tourism practices and foster alternative forms of engagement with place. Drawing on a practice-as-research and creative approach, four research experiments (RE) were conducted in the centre of Lisbon in the neighbourhoods of Alfama, Baixa-Chiado, Bairro Alto and Principe Real, who have mild to high tourist traffic. The REs were structured around the dimensions of randomness, gamification, creativity, and reflexivity and requiring participants to enact random-based routes, performative tasks, and creative documentation. Data were collected from four groups of two to four young travellers found in a hostel or from the researcher’s connection, through surveys, participant observation, interviews, and creatives outputs. Findings within this framework show that randomness disrupts the tourism script by breaking habitual patterns and fostering heightened awareness. Performative tasks provoked reflection on the tourist behaviour and choices, creative documentation deepened engagement with the place while the emphasise the relevance of such techniques in the tourism experience. These insights highlight ET’s potential to counter mass tourism by empowering tourists as co- creators of meaning and fostering slower, more mindful practices. Methodologically, the study demonstrates the value of creative and reflexive approaches in tourism research. In conclusion, ET is positioned not just as a playful diversion but as a transformative lens for reimagining tourism as open-ended, participatory, and agentive.
dc.description.abstractEsta dissertação explora o turismo experimental (ET), mais especificamente o conceito desenvolvido por Joel Henry e Rachael Anthony no guia Lonely Planet Guide to Experimental Travel (2005). Em diálogo com várias teorias no campo do turismo e movimentos artísticos, o ET desafia o “turist gaze” e os itinerários convencionais, encorajando viajantes a abraçar a incerteza, a espontaneidade e a interpretação criativa. Esta dissertação investiga, em primeiro lugar, o que significa praticar ET, avaliando também o potencial desta prática para questionar os modelos tradicionais de turismo e promover formas alternativas de envolvimento com o lugar. Com base numa abordagem criativa e de prática como investigação, foram realizadas quatro experiências de investigação (RE) em Lisboa, nos bairros de Alfama, Baixa-Chiado, Bairro Alto e Príncipe Real. Os REs foram estruturados em torno das dimensões de aleatoriedade, gamificação, criatividade e reflexividade e exigiam que os participantes adotassem rotas aleatórias, tarefas performativas e documentação criativa. Os dados foram coletados de quatro grupos de dois a quatro jovens viajantes encontrados em um albergue ou na conexão do pesquisador, por meio de pesquisas, observação participante, entrevistas e resultados criativos. Os resultados demonstram que a aleatoriedade rompe com o “roteiro turístico” ao quebrar padrões habituais e estimular uma maior consciência. As tarefas performativas suscitaram reflexões sobre estereótipos do comportamento turístico, enquanto a documentação criativa aprofundou o envolvimento. Estas conclusões sublinham o potencial do ET para contrariar o turismo de massas, ao empoderar turistas como co-criadores de significado e promover práticas mais lentas e conscientes. Do ponto de vista metodológico, o estudo demonstra a relevância de abordagens criativas e reflexivas na investigação em turismo. Em conclusão, o ET posiciona-se não apenas como uma diversão lúdica, mas como uma lente transformadora para repensar o turismo como aberto, participativo e agentivo.
dc.identifier.citationMarchal, L. E. (2025). Experimental tourism: A practice-based exploration [Dissertação de mestrado, Iscte - Instituto Universitário de Lisboa]. Repositório Iscte. http://hdl.handle.net/10071/38303
dc.identifier.tid204231035
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10071/38303
dc.language.isoeng
dc.peerreviewedyes
dc.rightsrestricted access
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
dc.subjectExperimental travel
dc.subjectAlternative tourism
dc.subjectTourism as performance
dc.subjectPractice-as-research
dc.subjectTurismo experimental
dc.subjectTurismo alternativo
dc.subjectTurismo como performance
dc.subject.fosCiências Sociais::Economia e Gestão
dc.subject.fosCiências Sociais::Outras Ciências Sociais
dc.subject.jelZ32
dc.subject.jelC93
dc.subject.jel1Z Other special topics
dc.subject.jel1C Mathematical and quantitative methods
dc.titleExperimental tourism: A practice-based exploration
dc.typemasterThesispt-PT
dspace.entity.typePublication
iscte.subject.odsProdução e consumo sustentáveis
iscte.subject.odsEducação de qualidade
iscte.subject.odsCidades e comunidades sustentáveis
thesis.degree.departmentDepartamento de Marketing, Operações e Gestão Geral
thesis.degree.nameMestrado em Erasmus Mundus em Desenvolvimento de Turismo e Cultura

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