Museu da Misericórdia, um Museu da Cidade?
| dc.contributor.author | Silva, D. S. | |
| dc.contributor.author | Neto, J. L. | |
| dc.contributor.editor | Mikel Asencio; Elena Asenjo; Yone Castro | |
| dc.date.accessioned | 2018-08-09T11:56:59Z | |
| dc.date.available | 2018-08-09T11:56:59Z | |
| dc.date.issued | 2012 | |
| dc.description.abstract | À margem do percurso histórico da museologia, existem mundos de periferias culturais, onde os avanços técnico-científicos se debatem com as idiossincrasias das dinâmicas culturais das elites que compõe esses lugares. Setúbal, a sul de Lisboa, é um caso paradigmático. Mais que o museu, a ideia de museu é tema que se arrasta desde meados do Século XIX à actualidade. As inovações museus não passam de argumentos utilizados no choque entre elites instaladas e emergentes, servindo-se do totem museu como super ego da psicologia social comunitária, que então se desvanecia. As circunstâncias envolvidas na fundação do Museu da Cidade de Setúbal em 1961 são muito mais que a mera criação de um Museu Municipal, até porque não foi criado com essa função. Em primeiro lugar, foi uma ideia de Museu nascida ainda em período Republicano (1910-1926), em 1917, pelo Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Setúbal, instituição privada de beneficência pública. Esta ideia foi depois desenvolvida, no período ditatorial do Estado Novo (1933-1974), mais propriamente em 1958, pelo seu filho, também Provedor da mesma instituição entre 1958-1961. Os discursos inerentes à criação desse espaço museológico reflectem e ilustram, de forma clara, os discursos legislativos do regime em relação aos conceitos de Museu, Museologia, peça de museu e património. É também possível identificar diferentes discursos e interpretações na criação do Museu, tanto por parte dos dirigentes da Instituição, como por parte dos representantes do Estado ligados ao projecto durante os anos de 1958-1961. | por |
| dc.description.version | info:eu-repo/semantics/publishedVersion | |
| dc.event.date | 2018 | |
| dc.event.location | Madrid | por |
| dc.identifier.isbn | 978-84-695-6668-8 | |
| dc.identifier.uri | https://ciencia.iscte-iul.pt/id/ci-pub-27704 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10071/16538 | |
| dc.journal | Historia de las colecciones e historia de los museos | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.pagination | 125 - 134 | |
| dc.peerreviewed | no | |
| dc.publisher | Universidad Autónoma de Madrid | |
| dc.relation.ispartofseries | Series Iberoamericanas de Museología | |
| dc.rights | open access | |
| dc.subject | Elites | por |
| dc.subject | Identidades | por |
| dc.subject | Setúbal | por |
| dc.subject | Museu | por |
| dc.subject | Santa Casa da Misericórdia de Setúbal | por |
| dc.title | Museu da Misericórdia, um Museu da Cidade? | por |
| dc.type | bookPart | |
| dc.volume | 6 | |
| degois.publication.firstPage | 125 | |
| degois.publication.lastPage | 134 | |
| degois.publication.location | Madrid | por |
| degois.publication.title | Museu da Misericórdia, um Museu da Cidade? | por |
| dspace.entity.type | Publication | en |
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