Das redes de socialibilidade às trajetórias: representações sobre a escola dos indivíduos pouco escolarizados que não retomaram a educação formal

dc.contributor.authorCarvalho da Silva, V.
dc.date.accessioned2022-02-11T14:32:39Z
dc.date.available2022-02-11T14:32:39Z
dc.date.issued2021
dc.date.updated2022-02-11T14:31:59Z
dc.description.abstractA celeridade dos ritmos das transformações são marcos das sociedades contemporâneas. As sucessivas análises sobre a mudança/ metamorfose social anuíram no reconhecimento do papel do conhecimento, das qualificações e das competências enquanto recursos relevantes para a ação (Bell, 1999; Beck, 2016). Analisando a sua distribuição concluiu-se que se trata de recursos com impactos significativos na estrutura das sociedades atuais, cujos efeitos se repercutem na multiplicidade das suas dimensões: da vida social e política, às estruturas económicas (Ávila, 2008). Esta centralidade do conhecimento e da escolaridade nas sociedades atuais tem contribuído para a emergência de uma sociedade aprendente (Jarvis, 2004), na qual os sujeitos têm sido chamados a adaptarem-se permanentemente (Enguita, 2007). A investigação neste domínio tem permitido conhecer a(s) nova(s) relação(s) que estas sociedades, e os indivíduos, têm estabelecido com o conhecimento e com a aprendizagem ao longo da vida (ALV), chamando a atenção para as desigualdades sociais que nela emergem (Ávila, 2008; Costa, 2012). Os efeitos para os segmentos da população que ficam de fora das dinâmicas da ALV, em múltiplas vertentes, têm sido amplamente reportados em estudos nacionais e internacionais, sublinhando-se os riscos de exclusão social, desemprego, pobreza, vulnerabilidade na saúde, menor participação cívica, etc. Mas, como alerta Field (2006), pouco se sabe, do ponto de vista sociológico, sobre a população que tem sido deixada para trás, num quadro de generalização da ALV. Este artigo tem como objetivo apresentar os primeiros resultados de uma pesquisa de terreno, em que já se recolheram cerca de duas dezenas de relatos de vida. Incidindo sobre as trajetórias, as redes de sociabilidade e as representações sobre a escola, dos adultos pouco escolarizados que não retomaram a educação formal, espera-se conseguir avançar na identificação do(s) património(s) disposicional(s) destes adultos que têm ficado à margem da sociedade educativa em Portugal.por
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.identifier.issn2183-1793
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/24496
dc.journalInvestigar em Educação
dc.language.isopor
dc.number13
dc.pagination125 - 140
dc.peerreviewedyes
dc.publisherSociedade Portuguesa de Ciências da Educação
dc.relationUIDB/03126/2020
dc.relationSFRH/BD/135682/2018
dc.relation.ispartofseries2ª
dc.rightsopen access
dc.subjectTrajetóriaspor
dc.subjectRepresentaçõespor
dc.subjectAdultos pouco escolarizadospor
dc.subjectEducação formalpor
dc.titleDas redes de socialibilidade às trajetórias: representações sobre a escola dos indivíduos pouco escolarizados que não retomaram a educação formalpor
dc.typearticle
degois.publication.firstPage125
degois.publication.issue13
degois.publication.lastPage140
degois.publication.titleDas redes de socialibilidade às trajetórias: representações sobre a escola dos indivíduos pouco escolarizados que não retomaram a educação formalpor
dspace.entity.typePublicationen
iscte.identifier.cienciahttps://ciencia.iscte-iul.pt/id/ci-pub-85438

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