Casamança: Província ou Colónia?

dc.contributor.authorFadul, Francisco
dc.date.accessioned2011-12-30T16:15:43Z
dc.date.available2011-12-30T16:15:43Z
dc.date.issued2002-07
dc.description.abstractIntegrada no Senegal à independência deste, em 1960, a Casamança, «Invicta Felix", passa a ser uma das oito regiões político-administrativas do novo país. Mas em consequência do centralismo, do autoritarismo e da discriminação exercidas pelo poder central de Dakar, reacende-se, de forma viva e retomando antigas tradições identitárias, o particularismo casamancês. Os casamanceses sentem-se frustrados no espaço senegalês, convictos de que a incorporação neste país terá sido um logro trágico, do tipo da colonização directa e assente em práticas que consideram concebidas com vista a este fim, o que os leva a iniciar acções de contestação cujo tom vai-se agravando e radicalizando à medida das correspondentes reacções repressivas por parte de Dakar.por
dc.description.abstractAttached to Senegal when this territory became independent in 1960, the Casamance, «Invicta Felix», is at present one of the eight political-administrative regions of the new country. However, as a consequence of the centralism, authoritarianism and discriminations exercised by the central power located in Dakar, particularistic tendencies based on ancient social identities rapidly regain importance in the Casamance. The people of that regions feel frustrated within the Senegalese boundaries and are convinced their incorporation into that country has been a historical error, leading to a direct colonisation based on practices they consider as conceived for this objective. This feeling has made them launch activities of contestation which became more and more serious and radical, additionally stimulated by the repressive reactions from Dakar.por
dc.description.abstractIntégrée au Sénégal au moment où celui-ci accède à l'indépendance, en 1960, la Casamance, «Invicta Felix», devient une des huit régions politico-administratives du nouveau pays. Cependant, en conséquence du centralisme, de l'autoritarisme et de la discrimination exercées par le pouvoir central de Dakar, le particularisme casamançais renaît de manière vigoureuse, en reprenant d'anciennes traditions identitaires. Les casamançais se sentent frustrés dans l'espace sénégalais, convaincus de ce que l'incorporation dans ce pays aura été une leurre historique, conduisant à une colonisation directe fondée sur des pratiques qu'ils considèrent comme conçues à cette fin, ce qui est à l'origine d'actions de contestation qui s'aggravent et se radicalisent comme résultat des réactions répressives de la part de Dakar.por
dc.distributionInternacionalpor
dc.identifier.doi10.4000/cea.1269
dc.identifier.issn1645-3794por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/3091
dc.journalCadernos de Estudos Africanospor
dc.language.isoporpor
dc.number2por
dc.pagination43-55por
dc.peerreviewedSimpor
dc.publicationstatusPublicadopor
dc.publisherCentro de Estudos Africanos do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboapor
dc.rightsopen accesspor
dc.subjectConflitopor
dc.subjectCasamança -- Senegalpor
dc.titleCasamança: Província ou Colónia?por
dc.typearticlepor
degois.publication.firstPage43por
degois.publication.lastPage55por
degois.publication.locationLisboapor
degois.publication.titleCadernos de Estudos Africanospor
dspace.entity.typePublicationen

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