Architecture is a political act: Regenerative community responses to ecological emergency
| dc.contributor.advisor | Marat-Mendes, Teresa | |
| dc.contributor.advisor | Falanga, Roberto | |
| dc.contributor.author | Crowley, Duncan | |
| dc.date.accessioned | 2026-09-25T12:03:23Z | |
| dc.date.issued | 2026-09-07 | |
| dc.date.submitted | 2025-12 | |
| dc.description.abstract | Is humanity doing well enough to keep humans alive? In 2022, the UN Secretary-General claimed that insufficient action to alleviate global heating could lead to “collective suicide.” This work critically assesses whether regenerative and community-led responses to the ecological emergency are transforming cities for a healthier world.The author uses autoethnography to reflect on his engaged research with ECOLISE and UrbanA, as well as his experience as a grassroots activist. From practice, he examines three questions: Why is this work needed? How is it happening? What healthy places are emerging? An accompanying theoretical component examines the Ecological Emergency, Pathways of Change, and Healthy Places. Under the premise that "Architecture is a Political Act," the text examines architecture’s complicity in current crises and its ability to resolve them by supporting bioregional, community-led transformations.The Paris Agreement is failing: in 2024, Earth’s global temperature exceeded 1.5°C above pre-industrial levels for the first time. NASA’s James Hansen declared the international 2°C target dead in 2025. Climate denial is growing, tipping points are fast approaching, and the accurate 1972 ecological emergency predictions of The Limits to Growth were ignored. Despite the widening acceptance of post-growth frameworks, it is not enough; system change requires ending fossil fuel use. Furthermore, the transformational work of radical groups to connect communities has been interrupted by culture wars, internal conflicts, and climate justice illiteracy—all exacerbated by blind European racism regarding ongoing global conflicts.Sustainability is no longer enough; regenerative cultures are needed, and re-connection to place is key. Indigenous-led Rights of Nature law changes are positively disrupting territorial governance. Finally, social movements should employ municipalism for multilevel governance, mimicking nature through nested systems within fractal river networks. | |
| dc.description.abstract | Será que a humanidade está a fazer o suficiente para garantir a sua própria sobrevivência? Em 2022, o Secretário-Geral da ONU afirmou que a insuficiência de ações para atenuar o aquecimento global poderia levar a um “suicídio coletivo”. Este trabalho avalia criticamente se as respostas regenerativas e lideradas por comunidades face à emergência ecológica estão a transformar as cidades rumo a um mundo mais saudável.O autor recorre à autoetnografia para refletir sobre a sua investigação comprometida com a ECOLISE e a UrbanA, bem como sobre a sua experiência enquanto ativista de base. A partir da prática, examina três questões fundamentais: Por que razão este trabalho é necessário? Como está a ser desenvolvido? Que lugares saudáveis estão a emergir? Uma componente teórica complementar analisa a Emergência Ecológica, as Vias de Mudança (Pathways of Change) e os Lugares Saudáveis. Sob a premissa de que a "Arquitetura é um Ato Político", examina-se a cumplicidade da arquitetura nas crises atuais e a sua capacidade de as resolver através do apoio a transformações bioregionais lideradas pelas comunidades.O Acordo de Paris está a falhar: em 2024, a temperatura global da Terra ultrapassou, pela primeira vez, os 1,5 °C acima dos níveis pré-industriais. Em 2025, James Hansen, da NASA, declarou como "morta" a meta internacional de 2 °C. O negacionismo climático está a crescer e os pontos de rutura (tipping points) aproximam-se rapidamente. As previsões precisas de 1972 do relatório Os Limites do Crescimento sobre a emergência ecológica foram ignoradas. Apesar da crescente aceitação do Pós-crescimento, esta abordagem continua a ser insuficiente. A mudança de sistema exige o fim definitivo do uso de combustíveis fósseis. O trabalho transformador de grupos radicais para ligar comunidades foi interrompido por guerras culturais, conflitos internos e uma iliteracia em justiça climática, fenómenos exacerbados por um racismo cego na Europa relativamente aos conflitos globais em curso.A sustentabilidade já não basta; são necessárias culturas regenerativas. A reconexão ao lugar é a chave. As alterações legislativas sobre os Direitos da Natureza, lideradas por povos indígenas, estão a transformar positivamente a governação territorial. Os movimentos sociais devem adotar o municipalismo para alcançar uma governação multinível, mimetizando a natureza através de sistemas integrados em redes hidrográficas fratais. | |
| dc.identifier.citation | Crowley, D. (2026). Architecture is a political act: Regenerative community responses to ecological emergency [Tese de doutoramento, Iscte - Instituto Universitário de Lisboa]. Repositório Iscte. http://hdl.handle.net/10071/38637 | |
| dc.identifier.tid | 101637829 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/10071/38637 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.peerreviewed | yes | |
| dc.rights | open access | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ | |
| dc.subject | Community-led Initiatives | |
| dc.subject | Post-growth | |
| dc.subject | Climate justice | |
| dc.subject | Regenerative development | |
| dc.subject | Autoethnography | |
| dc.subject | Iniciativas comunitárias | |
| dc.subject | Pós-crescimento | |
| dc.subject | Justiça climática | |
| dc.subject | Desenvolvimento regenerativo | |
| dc.subject | Autoetnografia | |
| dc.subject.fos | Humanidades::Artes | |
| dc.subject.fos | Engenharia e Tecnologia::Outras Engenharias e Tecnologias | |
| dc.title | Architecture is a political act: Regenerative community responses to ecological emergency | |
| dc.type | doctoralThesis | por |
| dspace.entity.type | Publication | |
| iscte.subject.ods | Cidades e comunidades sustentáveis | |
| thesis.degree.department | Departamento de Arquitetura e Urbanismo | |
| thesis.degree.name | Doutoramento em Arquitetura dos Territórios Metropolitanos Contemporâneos |
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