Droga de prisão

dc.contributor.authorDores, António Pedro
dc.date.accessioned2013-11-29T12:33:15Z
dc.date.available2013-11-29T12:33:15Z
dc.date.issued2001
dc.description.abstractA partir do final dos anos sessenta, em todo o mundo ocidental, as transformações dos modos de viver tornou-os mais dificilmente compagináveis com “costumes sociais” e “caracteres pessoais” estereotipados. Os dogmas legais e os preconceitos dos Juizes tornaram-se estreitos perante a variedade de possibilidades que as sociedades actuais oferecem à iniciativa dos seus cidadãos. As referências éticas, estéticas e políticas tornam-se mais difusas e confusas. O relativismo inunda a sociedade e a consciência dos Juizes . A Justiça, de um só golpe, passa a exigir mais competências e tempo de ponderação dos Juizes e a ser alvo de recurso legítimo de maior número cidadãos . Numa palavra: a Justiça é cada vez mais procurada no sistema judicial sem que este último estivesse (ou esteja) preparado para cumprir com a sua função na escala em que lhe é pedido nem com as soluções mais justas. Por isso se diz que a justiça está em crise e os próprios responsáveis do estado reconhecem que a justiça é injusta.por
dc.identifier.isbn972-8665-11-3
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/6040
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedSimpor
dc.publisherÍmanpor
dc.publisherÍman
dc.rightsopen accesspor
dc.subjectprisãopor
dc.subjectdrogaspor
dc.titleDroga de prisãopor
dc.typebookPartpor
dspace.entity.typePublicationen

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