O risco e os consumos de performance na população jovem: entre as conceções e as práticas

dc.contributor.authorRaposo, H.
dc.date.accessioned2018-01-10T15:44:22Z
dc.date.available2018-01-10T15:44:22Z
dc.date.issued2016
dc.date.updated2019-04-16T09:24:38Z
dc.description.abstractObjetivos: O foco deste artigo centra-se na realidade emergente do consumo de medicamentos e/ou produtos terapêuticos naturais para finalidades de gestão do desempenho pessoal (aqui designados consumos de performance), e tem como objetivo analisar a relação entre as práticas de consumo e as perceções do risco e da eficácia atribuídas aos produtos farmacológicos e naturais para finalidades de melhoria e bem-estar, por parte da população jovem portuguesa (18-29 anos). Metodologia: A análise dos resultados empíricos de carácter extensivo resulta da aplicação de um inquérito por questionário a uma amostra de âmbito nacional (n = 1.483). Do vasto conjunto de indicadores do questionário aplicado, aqueles que são aqui especificamente mobilizados são os que dizem respeito às perceções de risco associadas a estes consumos; aos escalonamentos de risco atribuídos aos diferentes recursos terapêuticos para finalidades de performance; bem como às experiências (e formas de gestão) do risco e da eficácia resultantes das práticas efetivas de consumo. Resultados: Constata-se que, apesar de os posicionamentos relativamente ao risco dos consumos de performance fazerem salientar uma visão de valorização da segurança, há variações e diferenciações concretas que são indiciadoras não só de permeabilidades e predisposições ao consumo, mas também de conceções que se redefinem no quadro das experiências de uso, das circunstâncias do consumo e das finalidades da utilização dos diferentes produtos terapêuticos. Conclusões: As conceções sobre o risco associado a estes consumos traduzem uma certa plasticidade social, no sentido em que a ancoragem na experiência e a familiaridade com o próprio consumo constituem-se como aspetos decisivos para a perceção de um maior controlo na gestão do risco. Torna-se, por isso, importante aprofundar o conhecimento sobre as especificidades contextuais dos segmentos juvenis onde se constroem as modalidades de gestão prática do risco e da eficácia associadas a estes consumos.por
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.distributionInternacionalpor
dc.identifier.doi10.1016/j.rpsp.2016.05.003
dc.identifier.issn0870-9025
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/14912
dc.journalRevista Portuguesa de Saúde Pública
dc.language.isopor
dc.number2
dc.pagination186 - 195
dc.peerreviewedyes
dc.publicationstatusPublicadopor
dc.publisherUniversidade Nova de Lisboa, Escola Nacional de Saúde Pública
dc.relationinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/3599-PPCDT/118073/PT
dc.relationinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/5876/147300/PT
dc.rightsopen accesspor
dc.subjectRiscopor
dc.subjectJuventudepor
dc.subjectConsumos de performancepor
dc.subject.fosDomínio/Área Científica::Ciências Médicas::Medicina Clínicapor
dc.subject.fosDomínio/Área Científica::Ciências Médicas::Ciências da Saúdepor
dc.titleO risco e os consumos de performance na população jovem: entre as conceções e as práticaspor
dc.typearticle
dc.volume34
degois.publication.firstPage186
degois.publication.issue2
degois.publication.lastPage195
degois.publication.titleO risco e os consumos de performance na população jovem: entre as conceções e as práticaspor
dspace.entity.typePublicationen
iscte.alternateIdentifiers.scopus2-s2.0-84979699178
iscte.identifier.cienciahttps://ciencia.iscte-iul.pt/id/ci-pub-44211

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