Why does awareness of social injustice polarize? A moderated mediation model of confrontational and dialogue-oriented intergroup response tendencies

dc.contributor.advisorVauclair, Christin-Melanie
dc.contributor.advisorJose, Paul E.
dc.contributor.authorPelka, Carina Orendain
dc.date.accessioned2026-09-14T15:31:29Z
dc.date.embargo2027-07-20
dc.date.issued2026-07-20
dc.date.submitted2026-06
dc.description.abstractIn the current geopolitical landscape, there is considerable disagreement about the meaning of the term “wokeness” and its advocacy for social equality. Depending on the political context, the term has become a highly politicized, controversial label used to criticize progressive movements. Historically, however, “wokeness” has referred to awareness of social injustices and discrimination against socially marginalized groups. Despite its prominence in public discourse, little is known about how woke attitudes influence intergroup relations toward individuals with different social and political beliefs, as well as affective polarization. This gap is crucial for understanding why wokeness can be so divisive. While most wokeness debates focus on the United States, this study examines the German context, where affective polarization has also become increasingly prevalent. A cross-sectional, correlational design was employed to test a moderated mediation model investigating the relationship between wokeness and (dialogue-oriented and confrontational) intergroup response tendencies, alongside the roles of affective polarization as a mediator and of moral grandstanding and intellectual humility as moderators. Overall, wokeness was mediated by affective polarization, which led to stronger confrontational response tendencies. Higher levels of moral grandstanding led to stronger affective polarization but not to more confrontational responses. The complexity of dialogueoriented response tendencies was evident in the fact that linear relationships were mostly nonsignificant, whereas curvilinear relationships were observed. Additionally, we found curvilinear relationships between wokeness and affective polarization, demonstrating that individuals with moderate levels of wokeness were less polarized. Finally, we offer directions for future research and practical implications for the psychological and political fields.
dc.description.abstractNo panorama geopolítico atual, existe um desacordo considerável quanto ao significado do termo "wokeness" e à sua defesa da igualdade social. Dependendo do contexto político, tornouse um rótulo altamente politizado e controverso, utilizado para criticar os movimentos progressistas. Historicamente, porém, tem designado a consciencialização das injustiças sociais e da discriminação contra grupos marginalizados. Apesar da sua proeminência no discurso público, pouco se sabe sobre a forma como as atitudes "woke" influenciam as relações intergrupais com indivíduos de crenças distintas, bem como a polarização afetiva. Esta lacuna é crucial para compreender por que o "wokeness" pode ser tão divisivo. Embora a maioria dos debates se centre nos Estados Unidos, este estudo analisa o contexto alemão, onde a polarização afetiva tem igualmente ganho expressão crescente. Usamos um desenho correlacional transversal para testar um modelo de mediação moderada que investiga a relação entre o "wokeness" e as tendências de resposta intergrupal (orientadas para o diálogo e de natureza confrontacional), bem como os papéis da polarização afetiva como mediadora e da ostentação moral e da humildade intelectual como moderadoras. O "wokeness" foi mediado pela polarização afetiva, conduzindo a respostas confrontacionais mais acentuadas. Níveis mais elevados de ostentação moral traduziram-se em maior polarização, mas não em respostas mais confrontacionais. As tendências orientadas para o diálogo revelaram relações predominantemente curvilíneas. Foram também encontradas relações curvilíneas entre o "wokeness" e a polarização afetiva, sugerindo que indivíduos com níveis moderados apresentavam menor polarização. Ainda são apresentadas orientações para investigação futura e implicações práticas para os campos psicológico e político.
dc.identifier.citationPelka, C. O. (2026). Why does awareness of social injustice polarize? A moderated mediation model of confrontational and dialogue-oriented intergroup response tendencies [Dissertação de mestrado, Iscte - Instituto Universitário de Lisboa]. Repositório Iscte. http://hdl.handle.net/10071/38516
dc.identifier.tid204349346
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10071/38516
dc.language.isoeng
dc.peerreviewedyes
dc.rightsrestricted access
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
dc.subjectWokeness
dc.subjectAffective polarization
dc.subjectIntellectual humility
dc.subjectMoral grandstanding
dc.subjectRelações intergrupais -- Intergroup relations
dc.subjectPolarização afetiva
dc.subjectHumildade intelectual
dc.subjectOstentação moral
dc.subject.fosCiências Sociais::Psicologia
dc.titleWhy does awareness of social injustice polarize? A moderated mediation model of confrontational and dialogue-oriented intergroup response tendencies
dc.typemasterThesispt-PT
dspace.entity.typePublication
iscte.subject.odsIgualdade de género
iscte.subject.odsReduzir as desigualdades
iscte.subject.odsPaz, justiça e instituições eficazes
thesis.degree.departmentDepartamento de Psicologia Social e das Organizações
thesis.degree.nameMestrado em Psicologia das Relações Interculturais

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