Historicidade do C/MGF e das agendas anti-C/MGF

dc.contributor.authorFalcão, R.
dc.date.accessioned2018-06-05T16:24:20Z
dc.date.available2018-06-05T16:24:20Z
dc.date.issued2017
dc.date.updated2018-06-05T16:23:29Z
dc.description.abstractA primeira referência explícita à circuncisão feminina foi feita pelo geógrafo e historiador grego Estrabão, por volta do século I a. C., relatando a forma como a prática era zelosamente realizada no Egito. Existem provas, porém, de que a circuncisão feminina pode ter sido uma prática comum nesta região mesmo antes desse período. Descrições mais detalhadas começaram a surgir, de acordo com Sara Johnsdotter, durante os séculos XV e XVI com as viagens europeias a África. Foi mais tarde (principalmente nos séculos XVIII e XIX) que diferentes interpretações se debruçaram sobre as finalidades da prática, tendo originado debates a nível moral, a par de considerações higiénicas e estéticas. No entanto, as origens do C/MGF permanecem desconhecidas (Johnsdotter 2012).por
dc.identifier.isbn9788491481652
dc.identifier.urihttps://ciencia.iscte-iul.pt/id/ci-pub-34000
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/15980
dc.journalGuia de Formação Académica Multissetorial Sobre Corte/Mutilação Genital Femininaen_US
dc.language.isoporpor
dc.pagination33-36en_US
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherDykinsonpor
dc.relationJUST/2014/RDAP/AG/HARM/7937por
dc.relationinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/5876/147298/PTpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleHistoricidade do C/MGF e das agendas anti-C/MGFpor
dc.typebookPartpor
degois.publication.firstPage33por
degois.publication.lastPage36por
degois.publication.locationMadridpor
degois.publication.titleGuia de Formação Académica Multissetorial Sobre Corte/Mutilação Genital Femininapor
dspace.entity.typePublicationen

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