Um caso de África: considerações sobre estruturas de foco marcado em línguas crioulas do Atlântico

dc.contributor.authorJorge, Lurdes
dc.contributor.authorOliveira, Márcia
dc.date.accessioned2011-03-10T11:01:28Z
dc.date.available2011-03-10T11:01:28Z
dc.date.issued2011-03-10
dc.description.abstractNosso tópico de análise centra-se em ‘sentenças com perguntas-QU movidas’ de línguas crioulas de base portuguesa do Atlântico, objetivando mostrar que, nessas línguas, estruturas com perguntas-QU movidas instanciam um mesmo tipo de marcação de foco presente na gramática de línguas do oeste africano: o ‘foco de controle gramatical’. Esse tipo de foco, em que a marcação se dá em função de propriedades intrínsecas à derivação gramatical, tem como particularidade instigante para a investigação a de não se enquadrar em uma tipologia de foco - como ‘foco contrastivo’, por exemplo; logo, este tipo de foco não está sob o controle da intencionalidade do falante. A análise da estrutura proposta seguirá o modelo sintático derivacional da teoria de fases, em especial como em Chomsky (2001a-b), (2005), (2006) em que é enfatizada a noção sintática de núcleo da fase, como detentor de traços relevantes para a estrutura frasal.por
dc.event.date9 a 11 de Setembro de 2010por
dc.event.locationLisboapor
dc.event.title7º Congresso Ibérico de Estudos Africanospor
dc.event.typeCongressopor
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/2409
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedNãopor
dc.publicationstatusNão publicadopor
dc.rightsopen accesspor
dc.subjectSintaxepor
dc.subjectPortuguês brasileiropor
dc.subjectLínguas crioulas de base portuguesapor
dc.subjectFocopor
dc.titleUm caso de África: considerações sobre estruturas de foco marcado em línguas crioulas do Atlânticopor
dc.typeconferenceObjectpor
dspace.entity.typePublicationen

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