Ilê Axé Oduduwa: o processo de re-africanização do candomblé no Brasil. Um estudo dos elementos formais e estéticos

dc.contributor.authorPereira, Elizabeth
dc.date.accessioned2011-03-10T11:14:17Z
dc.date.available2011-03-10T11:14:17Z
dc.date.issued2011-03-10
dc.description.abstractA organização do candomblé como se conhece hoje no Brasil, remonta do século XIX, segundo Renato da Silveira, com a formação do Candomblé da Barroquinha e, posteriormente, a Casa Branca do Engenho Velho, ambos tendo como fundadora, entre outros, Iyá Nassô. Dessa primeira fundação se tem hoje a ordem do xirê, as vestimentas e cerimoniais que se entenderam para outras casas, inclusive de “outras nações”, demarcando os locais de culto e os elementos estéticos, tais como as danças, a música, as roupas e os objetos, de grande importância ritual. O processo de re-africanização se caracteriza pela aproximação aos elementos rituais de uma África moderna, que se manifestam também esteticamente. O Ilê Axé Oduduwa é uma casa africana situada em São Paulo e em Mongaguá-SP, criada e dirigida pelo pesquisador e sacerdote nigeriano Dr. Sikiru Salami (Prof. King), originário de Abeokutá. Esta casa foi pioneira do Culto de Ifá no Brasil.por
dc.event.date9 a 11 de Setembro de 2010por
dc.event.locationLisboapor
dc.event.title7º Congresso Ibérico de Estudos Africanospor
dc.event.typeCongressopor
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/2411
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedNãopor
dc.publicationstatusNão publicadopor
dc.rightsopen accesspor
dc.subjectRe-africanizaçãopor
dc.subjectCandomblépor
dc.subjectEtnocenologiapor
dc.titleIlê Axé Oduduwa: o processo de re-africanização do candomblé no Brasil. Um estudo dos elementos formais e estéticospor
dc.typeconferenceObjectpor
dspace.entity.typePublicationen

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