Inventar percursos, reinventar realidades: doentes, trajectórias sociais e racionalidades formais
| dc.contributor.author | Carapinheiro, G. | |
| dc.date.accessioned | 2018-06-22T15:52:20Z | |
| dc.date.available | 2018-06-22T15:52:20Z | |
| dc.date.issued | 2001 | |
| dc.date.updated | 2018-06-22T15:51:52Z | |
| dc.description.abstract | A complexidade dos problemas que caracterizam o processo de articular cuidados de saúde impõe uma perspectiva de análise do sistema de saúde radicalmente diferente daquela que é utilizada habitualmente. Neste sentido, optou-se pela realização de um estudo de caso que permitiu uma leitura em profundidade das representações e das práticas que tecem a densa malha social dos processos que os profissionais e os doentes protagonizam para conseguir atingir objectivos e desenvolver estratégias que maleabilizam o sistema de saúde à integração da diversidade das suas culturas. Assim, foram colocados frente a frente uma comunidade com os seus recursos globais e um sistema com as suas instituições legitimadas, como duas ordens sociais igualmente complexas e com fundamentos culturais igualmente diversos. Este estudo permitiu determinar a equação fundamental da resistência do sistema de saúde aos processos de mudança, emergentes nas trajectórias sociais definidas pelos indivíduos nos consumos de saúde e que se vão pronunciando ao longo da análise das representações dos profissionais sobre os cuidados de saúde e nas posições por eles tomadas face à articulação dos cuidados. A construção das representações dos saberes dos doentes e das formas sociais que adquirem no seu accionamento constituíram um instrumento analítico, de valor inestimável, para identificar e interpretar as posições tomadas quanto ao seu reconhecimento e legitimidade. O sistema de saúde ganha visibilidade como um sistema global de resistência ao funcionamento dos saberes profanos e à diversidade de estratégias sociais a que estes saberes dão lugar. | por |
| dc.description.version | info:eu-repo/semantics/publishedVersion | |
| dc.distribution | Internacional | por |
| dc.identifier.issn | 0873-6561 | por |
| dc.identifier.uri | https://ciencia.iscte-iul.pt/id/ci-pub-21217 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10071/16221 | |
| dc.journal | Etnográfica | por |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.number | 2 | por |
| dc.pagination | 335-358 | por |
| dc.peerreviewed | yes | por |
| dc.publicationstatus | Publicado | por |
| dc.publisher | Revista do Centro em rede de Investigação em Antropologia | por |
| dc.rights | open access | por |
| dc.subject | Trajetórias dos doentes | por |
| dc.subject | Relação dos doentes com os serviços de saúde | por |
| dc.subject | Racionalidades formais e informais | por |
| dc.title | Inventar percursos, reinventar realidades: doentes, trajectórias sociais e racionalidades formais | por |
| dc.type | article | en_US |
| dc.volume | 5 | por |
| degois.publication.firstPage | 335 | por |
| degois.publication.issue | 2 | por |
| degois.publication.lastPage | 358 | por |
| degois.publication.title | Etnográfica | por |
| dspace.entity.type | Publication | en |
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