Bruxas, vizinhos e parentes na Beira Alta

dc.contributor.authorCarvalho, Clara
dc.date.accessioned2016-05-16T15:15:47Z
dc.date.available2016-05-16T15:15:47Z
dc.date.issued1989
dc.description.abstractNa literatura antropológica, e desde o trabalho clássico de Evans-Pritchard sobre os Azandé, a bruxaria tem sido recorrentemente interpretada como um discurso que permite explicar o infortúnio, e as acusações de bruxaria como um meio de exercer sanção social. Esta interpretação, contudo, não esgota o significado do discurso da bruxaria. No contexto europeu trata-se de uma explicação manifestamente insuficiente. Em particular ela não revela qual a especificidade da bruxaria face à medicina e à religião, discursos que fornecem, igualmente, explicações para o infortúnio. Determinar quais os traços distintivos da bruxaria passa, também, por uma análise contextuai. Este texto procura questionar a inteligibilidade do sistema causal empregue pelo discurso da bruxaria no quadro de uma comunidade beirã. Baseio-me, para tal, na análise das soluções apontadas pelas "bruxas", aos casos que lhe foram expostos pelos membros desta comunidade.por
dc.identifier.isbn972667101X
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/11286
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherInstituto Nacional de Investigação Cientificapor
dc.rightsopen accesspor
dc.subjectBruxariapor
dc.subjectVizinhançapor
dc.subjectPortugalpor
dc.titleBruxas, vizinhos e parentes na Beira Altapor
dc.typebookPartpor
degois.publication.firstPage75por
degois.publication.lastPage84por
degois.publication.locationLisboapor
degois.publication.titleEstudos em homenagem a Ernesto Veiga de Oliveirapor
dspace.entity.typePublicationen

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