Efeitos dos fatores psicossociais sobre a capacidade para trabalhar até aos 60 anos: análise comparativa entre Portugal e Finlândia

dc.contributor.advisorLopes, Maria Sousa
dc.contributor.advisorCalapez, Maria Teresa Delgado
dc.contributor.authorBarros, Mariana de Figueiredo Simões de
dc.date.accessioned2019-08-26T14:28:13Z
dc.date.available2019-08-26T14:28:13Z
dc.date.issued2018-11-26
dc.date.submitted2018-09
dc.description.abstractNeste trabalho realiza-se uma análise comparativa entre Portugal e Finlândia no que diz respeito aos riscos psicossociais e a sua relação com a capacidade para trabalhar até aos 60 anos. O tema dos riscos psicossociais tem sido cada vez mais explorado e alvo de uma elevada importância, no entanto, existem poucos trabalhos que relacionem este tema com a capacidade do trabalhador para exercer até à idade da reforma, numa altura em que esta tem aumentado significativamente, fruto de uma maior esperança média de vida. Para além disso, os riscos para a saúde mental do indivíduo têm-se agravado fruto de uma maior e mais elevada exposição aos riscos psicossociais. Para realizar a pesquisa empírica, foram usados os micro-dados do inquérito “European Working Conditions Survey”. Relativamente aos resultados, foi possível constatar que o número de inquiridos que percecionam não ser capazes de trabalhar até aos 60 anos é consideravelmente superior na Finlândia. De uma forma geral, esse número é baixo em ambos os países; no entanto, na Finlândia, existe também um maior número de preditores psicossociais que influenciam a ocorrência do fenómeno em estudo, face ao panorama português.por
dc.description.abstractThis is a comparative work between Portugal and Finland regarding the psychosocial risks and their relationship with the working capacity until the age of 60. The issue of psychosocial risks has been increasingly explored and high in importance, however, there are few studies that relate this topic to the working ability until the retirement age, at a time it has increased, result of an advanced average life expectancy. In addition, the risks to the individual's mental health are higher and higher because the exposure to those risks is also higher. The empirical study was based on the data collected by the European Working Conditions Survey. According to the results, it was possible to realise that the number of interviewed who perceived not being able to work until the age of 60 is considerably higher in Finland. In general, this number is low in both countries; however, in Finland, there is a greater number of psychosocial predictors that influence the occurrence of the phenomenon under study, compared to the Portuguese context.por
dc.identifier.citationBarros, M. de F. S. de (2018). Efeitos dos fatores psicossociais sobre a capacidade para trabalhar até aos 60 anos: análise comparativa entre Portugal e Finlândia [Dissertação de mestrado, Iscte - Instituto Universitário de Lisboa]. Repositório do Iscte. http://hdl.handle.net/10071/18590pt-PT
dc.identifier.tid202100910por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/18590
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.rightsopen accesspor
dc.subjectSaúde no trabalhopor
dc.subjectSaúde mentalpor
dc.subjectEngagementpor
dc.subjectStresspor
dc.subjectTrabalhopor
dc.subjectAnálise comparativapor
dc.subjectPortugalpor
dc.subjectFinlândiapor
dc.subjectPsychosocial riskspor
dc.subjectMental/psychological health at workpor
dc.subjectWorking until retirement agepor
dc.subject.fosDomínio/Área Científica::Ciências Sociais::Economia e Gestãopor
dc.titleEfeitos dos fatores psicossociais sobre a capacidade para trabalhar até aos 60 anos: análise comparativa entre Portugal e Finlândiapor
dc.typemasterThesispor
dspace.entity.typePublicationen
thesis.degree.nameMestrado em Políticas de Desenvolvimento dos Recursos Humanospor

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