Civics, redes sociais, e poder: relações criativas

dc.contributor.authorAmorim, P.
dc.contributor.authorAndré, P.
dc.date.accessioned2019-04-29T14:25:07Z
dc.date.available2019-04-29T14:25:07Z
dc.date.issued2017
dc.date.updated2019-04-29T15:24:02Z
dc.description.abstractO biólogo e urbanista Patrick Geddes, representante do movimento britânico Town Planning, precursor do planeamento regional, procurou fomentar o valor cívico urbano do habitante através de exercícios do olhar sobre o território e através de mostras urbanas, criando no início do séc. XX o conceito de civics. Geddes parte do estudo das relações de simbiose conceptualizadas na biologia como processos de entreajuda entre espécies com um objectivo comum, e aplica-as à cidade e aos seus habitantes. Através do seu conceito operativo civics Geddes promoveu uma relação afectiva com o território. Consideramos que é necessário, para além do conhecimento histórico, captar as tendências coevas e os fenómenos em marcha, pelo que tomamos como objeto de estudo um movimento políticocultural de carácter popular e lúdico, designado por Praia da Estação, realizado numa das praças mais importantes da cidade de Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais, Brasil. O movimento “Vá de Branco”, organizado nas redes sociais, ocorreu a 7 de Janeiro de 2010, juntando cerca de 50 pessoas que procuravam respostas do poder público em relação à decisão de proibir eventos de qualquer natureza na Praça da Estação. Os ativistas decidiram marcar encontros na praça aos sábados, com piquenique, bebidas, biquíni e calção, toalhas, chapéus, tambores e guitarras. A primeira Praia da Estação foi realizada no dia 16 de Janeiro de 2010 e a partir desta data foi instituído o encontro todos os sábados do verão. A Praia da Estação gerou vários outros pontos de debate em relação à ocupação dos espaços públicos da cidade, além de ter agregado um imenso número de pessoas da classe criativa, que aproveitaram tal encontro para gerar novas formas de manifestações culturais, como o surgimento de novas bandas, colectivos de arte e produção cultural.por
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.event.date2017
dc.event.locationPortopor
dc.event.titleV Congresso Internacional das Cidades Criativas
dc.event.typeConferênciapt
dc.identifier.isbn978-84-940289-8-4
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/17951
dc.journalLivro de Atas V Congresso Internacional Cidades Criativas
dc.language.isopor
dc.pagination972 - 985
dc.peerreviewedyes
dc.publisherCITCEM
dc.relationinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/5876/147301/PT
dc.rightsopen access
dc.subjectCivicspor
dc.subjectRedes sociaispor
dc.subjectPraia da Estaçãopor
dc.subjectCriatividadepor
dc.titleCivics, redes sociais, e poder: relações criativaspor
dc.typeconferenceObject
dc.volume2
degois.publication.firstPage972
degois.publication.lastPage985
degois.publication.locationPortopor
degois.publication.titleCivics, redes sociais, e poder: relações criativaspor
dspace.entity.typePublicationen
iscte.identifier.cienciahttps://ciencia.iscte-iul.pt/id/ci-pub-58867

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