A Comissão do Golfo da Guiné e a Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul. Organizações interzonais para a persecução da segurança marítima na Bacia Meridional Atlântica

dc.contributor.authorAlmeida, E. C.
dc.contributor.authorBernardino, L. M. B.
dc.date.accessioned2018-07-18T08:20:17Z
dc.date.available2018-07-18T08:20:17Z
dc.date.issued2013
dc.date.updated2018-07-18T08:16:48Z
dc.description.abstractNos anos mais recentes, a procura de recursos energéticos têm ganho uma maior proeminência no contexto geoestratégico energético internacional, nomeadamente devido ao facto do petróleo e do gás natural desempenharem um papel relevante no quadro da balança energética global. A sua utilização, tendo em conta a limitada disponibilidade destes recursos (não renováveis) contribui para desenvolver novas dinâmicas nas Relações Internacionais e conduziu, segundo Roland Pourtier, a uma reavaliação das estratégias energéticas, tanto nos países produtores, como nos países consumidores, com repercussão muito específica nas dinâmicas político-estratégicas em África e na América do Sul, e nomeadamente na região que os ligam o Atlântico Sul (2011, pp.240-242). Nesse contexto, o Oceano Atlântico, na sua vertente mais a sul passou a ser uma área de interesse estratégico para os Estados ribeirinhos, levando estes a associarem-se em Organizações Regionais com vista a colmatar as suas necessidades de segurança e defesa. Exemplo deste paradigma atual é a criação, relativamente recente, da “Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul” (ZOPACAS)[1] e da “Comissão do Golfo da Guiné” (CGG) que têm em vista contribuir, entre outras áreas de cooperação estratégica, para uma maior segurança e desenvolvimento na região sul do Oceano Atlântico. A presente reflexão visa, neste contexto, analisar a intercolaboração estruturada e conjuntural entre estas duas organizações multidisciplinares (político-militares) do Atlântico Sul: a Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul e a Comissão do Golfo da Guiné, incidindo especialmente na temática da segurança marítima e apontando cenários de cooperação estratégica para o futuro.por
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.identifier.issn0873-7630
dc.identifier.urihttps://ciencia.iscte-iul.pt/id/ci-pub-48951
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/16443
dc.journalRevista Militaren_US
dc.language.isoporpor
dc.number2532en_US
dc.pagination43-61en_US
dc.peerreviewednopor
dc.publisherEuropress-Editores e Distribuidores de Publicações Ldapor
dc.rightsopen accesspor
dc.subjectZOPACASpor
dc.subjectComissão do Golfo da Guinépor
dc.subjectZona de Paz e Ciooperação do Atlântico Sulpor
dc.subjectÁfricapor
dc.titleA Comissão do Golfo da Guiné e a Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul. Organizações interzonais para a persecução da segurança marítima na Bacia Meridional Atlânticapor
dc.typeotherpor
degois.publication.firstPage43por
degois.publication.issue2532por
degois.publication.lastPage61por
degois.publication.titleRevista Militarpor
dspace.entity.typePublicationen

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