Arrendamento de curta duração, políticas públicas e COVID-19 em Portugal: Os casos de Lisboa e Porto

dc.contributor.authorPavel, Fabiana
dc.contributor.authorRomeiro, Patrícia
dc.date.accessioned2023-01-27T10:16:27Z
dc.date.available2023-01-27T10:16:27Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractApós a crise económica de 2008 Portugal e, particularmente, as cidades de Lisboa e do Porto, têm seguido estratégias de recuperação económica baseadas na projeção internacional. Visam, desta forma, atrair turistas e capitais estrangeiros, nomeadamente dirigidos ao mercado habitacional. Consequentemente, o turismo urbano experimentou um rápido e amplo crescimento, tendência também verificada no investimento em habitação para arrendamento de curta duração, contribuindo para a turistificação das áreas urbanas centrais. A pandemia da COVID-19 e a crise socioeconómica a ela associada vieram destacar as fraquezas e desigualdades causadas por este modelo económico. A partir da análise das políticas públicas de habitação diretamente relacionadas com o turismo, que foram desenvolvidas na última década em Portugal, pretendemos analisar se o contexto pandémico foi visto pelo poder público como uma oportunidade para estabelecer um maior equilíbrio entre o Alojamento Local (AL) e o arrendamento de longa duração. Questiona-se, em particular, se os programas Renda Segura e Porto com Sentido, lançados respetivamente pelas Câmaras Municipais de Lisboa e do Porto, tiveram a capacidade de desencadear uma mudança efetiva no mercado da habitação. Em particular, procura-se perceber se estes programas têm aumentado a oferta de habitação dirigida às famílias com rendimentos intermédios que, pelos preços do mercado da habitação, têm dificuldade em aceder ou manter uma habitação adequada, e se têm apoiado os proprietários de AL.por
dc.description.versionpublicadapor
dc.identifier.citationPavel, F., & Romeiro, P. (2022). Arrendamento de curta duração, políticas públicas e COVID-19 em Portugal: Os casos de Lisboa e Porto. CIDADES, Comunidades e Territórios, (45), 17–38. https //doi.org/10.15847/cct.26537
dc.identifier.doihttps //doi.org/10.15847/cct.26537por
dc.identifier.issn2182-3030por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/27520
dc.language.isoporpor
dc.number45por
dc.pagination17–38
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherDINÂMIA'CET-Isctepor
dc.relationinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/6817 - DCRRNI ID/UIDB%2F03127%2F2020/PTpor
dc.relationinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/3599-PPCDT/PTDC%2FGES-URB%2F30551%2F2017/PTpor
dc.rightsopen accesspor
dc.subjectArrendamento de curta duração
dc.subjectTurismo urbano
dc.subjectPrograma Renda Segura
dc.subjectPorto com Sentido
dc.subjectLisboa
dc.subjectPorto
dc.titleArrendamento de curta duração, políticas públicas e COVID-19 em Portugal: Os casos de Lisboa e Portopor
dc.typearticlepor
dspace.entity.typePublicationen
iscte.journalCIDADES, Comunidades e Territóriospor

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