A marginalidade social e política do protestantismo em São Tomé e Príncipe (do último quartel de oitocentos a meados de novecentos)

dc.contributor.authorNascimento, Augusto
dc.date.accessioned2015-08-31T14:48:34Z
dc.date.available2015-08-31T14:48:34Z
dc.date.issued1998
dc.description.abstractDesde o século passado São Tomé e Príncipe acolheu tanto Europeus de várias nacionalidades, que ali se aventuraram à procura de fortuna, como Africanos de diferentes proveniências importados como força de trabalho para as roças. Ali coexistiram diversas confissões, desde a judaica às cristãs, católica e protestantes, para além dos cultos africanos. Nem estes, nem o não-prosélito judaísmo ofereceram oposição significativa à predominância do catolicismo. Ao invés, a actividade protestante no presente século suscitou incomodidade, primeiro nas roças, depois entre as autoridades.por
dc.distributionInternacionalpor
dc.identifier.issn1768-3084por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/9661
dc.journalLusotopiepor
dc.language.isoporpor
dc.pagination307-315por
dc.peerreviewedSimpor
dc.publicationstatusPublicadopor
dc.publisherCNRSpor
dc.rightsopen accesspor
dc.subjectProtestantismopor
dc.subjectMarginalidadepor
dc.subjectSão Tomé e Príncipepor
dc.subjectServiçaispor
dc.titleA marginalidade social e política do protestantismo em São Tomé e Príncipe (do último quartel de oitocentos a meados de novecentos)por
dc.typearticle
dc.volume5por
degois.publication.firstPage307por
degois.publication.lastPage315por
degois.publication.locationParispor
degois.publication.titleLusotopiepor
dspace.entity.typePublicationen

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