Sob o signo de Cam: as lutas da tradição religiosa de matriz africana contra a intolerância no Brasil republicano

dc.contributor.authorSilva, José
dc.date.accessioned2011-02-21T16:44:34Z
dc.date.available2011-02-21T16:44:34Z
dc.date.issued2011-02-21
dc.description.abstract“A religião dos filhos de Cam” era uma das terminologias empregadas para caracterizar as práticas religiosas dos africanos e seus descendentes no Brasil no período da Colônia e Império, quando a religião oficial era a Católica Apostólica Romana. A partir da República, houve a liberdade de culto, embora o Código Penal (1890), anterior à Constituição republicana (1891), continuasse a criminalizar o Espiritismo, o curandeirismo, e a capoeiragem, dentre outras práticas culturais e religiosas praticadas pelos descendentes dos escravos e ex-escravos. As perseguições deram-se de diversas formas durante todo o regime republicano: sob a égide da higienização, da ciência médica (combate às doenças mentais), do combate ao charlatanismo etc. No tempo presente, notamos que o grupo que mais persegue e discrimina as práticas religiosas de matriz africana no Brasil são os denominados evangélicos pentecostais. Tal perseguição exige intervenções jurídicas do Estado Brasileiro e a organização dos vitimados por tais práticas.por
dc.event.date9 a 11 de Setembro de 2010por
dc.event.locationLisboapor
dc.event.title7º Congresso Ibérico de Estudos Africanospor
dc.event.typeCongressopor
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/2336
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedNãopor
dc.publicationstatusNão publicadopor
dc.rightsopen accesspor
dc.subjectReligiosidadepor
dc.subjectPreconceitopor
dc.subjectIntolerânciapor
dc.titleSob o signo de Cam: as lutas da tradição religiosa de matriz africana contra a intolerância no Brasil republicanopor
dc.typeconferenceObjectpor
dspace.entity.typePublicationen

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