O cérebro, a face e as emoções

dc.commentsVersão portuguesa não publicada de publicação em inglês, com o nome indicado acimapor
dc.contributor.authorDores, António Pedro
dc.date.accessioned2014-03-26T16:31:40Z
dc.date.available2014-03-26T16:31:40Z
dc.date.issued2014-03-26
dc.description.abstractA face do prisioneiro é a face fechada, inacessível e constrangedora, espelho do inferno que lhe é imposto, cf. (Zimbardo, 2007). Tenho vergonha dela (desvio o olhar) e medo de (tendo a paralisar perante) o ambiente social que impõe tal estado de coisas. Duas condições para o estabelecimento de tabus. Pessoalmente, na ânsia da descoberta, solidarizei-me com quem me envergonha, cf (Dores, 2004). E resisto ao medo da repressão que efectivamente se abate sobre quem denuncia, cf. (Preto, 2010). Faço-o a uma distância que desejo encurtada entre quem condena, quem é condenado e quem autoriza a desumanização de uma parte da sociedade, tomada por bode expiatório. O que é adequado ao programa de justiça transformativa, cf (AAVV, 2013). A ciência, a verdade e o bem estar beneficiam se houver condições para que todos se olhem nos olhos. Esse é o programa cientifico-político-jurídico a que me submeto.por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/6793
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedSimpor
dc.rightsopen accesspor
dc.subjectTeoria socialpor
dc.subjectPsicologia socialpor
dc.titleO cérebro, a face e as emoçõespor
dc.title.alternativeThe brain, the face and emotionpor
dc.typebookPartpor
dspace.entity.typePublicationen

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