Política nuclear americana durante a guerra na Ucrânia

dc.contributor.authorFerreira, D. S.
dc.date.accessioned2024-02-19T16:10:48Z
dc.date.available2024-02-19T16:10:48Z
dc.date.issued2023
dc.date.updated2024-02-19T16:10:17Z
dc.description.abstractOs Estados Unidos da América e a Rússia, cuja agenda é dominada por questões estratégicas, possuem mais de 90% das armas nucleares do mundo. Esforços para tentar reduzir o seu número e a sua saliência na estratégia nuclear americana têm sido afetados por resistência doméstica e desenvolvimentos na esfera internacional. Atualmente, ao padrão de desrespeito de Moscovo por tratados de controlo de armamento, num contexto de guerra na Ucrânia, e de repetidas ameaças nucleares russas, junta-se a perceção americana de uma expansão massiva das forças nucleares chinesas. Esses acontecimentos servem de ímpeto à modernização nuclear americana e dificultam o diálogo para limitar os dois maiores arsenais nucleares do mundo.por
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.identifier.citationFerreira, D. S. (2023). Política nuclear americana durante a guerra na Ucrânia. Relações Internacionais, 77, 083-091. https://dx.doi.org/10.23906/ri2023.77a09
dc.identifier.doi10.23906/ri2023.77a09
dc.identifier.issn1645-9199
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/31082
dc.language.isopor
dc.number77
dc.pagination083 - 091
dc.peerreviewedyes
dc.publisherUniversidade Nova de Lisboa
dc.rightsopen access
dc.subjectArmas nuclearespor
dc.subjectEstados Unidos da Américapor
dc.subjectRússiapor
dc.subjectChinapor
dc.titlePolítica nuclear americana durante a guerra na Ucrâniapor
dc.typearticle
dspace.entity.typePublicationen
iscte.identifier.cienciahttps://ciencia.iscte-iul.pt/id/ci-pub-102415
iscte.journalRelações Internacionais

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