São Tomé e Príncipe: pelo trabalho, o homem novo e o socialismo contra os costumes da terra

dc.contributor.authorNascimento, Augusto
dc.date.accessioned2015-08-31T14:43:37Z
dc.date.available2015-08-31T14:43:37Z
dc.date.issued2015
dc.description.abstractEm São Tomé e Príncipe, independente a 12 de julho de 1975, até há anos certos traços da vida ou da cultura material não eram apreciados por serem (ou deixarem de ser) africanos. As hipotéticas raízes africanas eram (e, de certo modo, ainda são) irrelevantes para a concepção em que esses traços eram tidos pelos são-tomenses. Algumas menções valorizadoras da africanização dos modos de vida, das instituições políticas e de uma democracia radicada na cultura local têm replicado um vector da recente produção do conhecimento nas ilhas, a saber, a depreciação ou, até, o olvido da europeização que, prezada até há anos, hoje destoa da narrativa simplista e equivocada do reencontro dos são-tomenses com as suas raízes culturais africanas.por
dc.distributionInternacionalpor
dc.identifier.issn0102-4302por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/9660
dc.journalAnuário Antropológicopor
dc.language.isoporpor
dc.number1por
dc.pagination133-163por
dc.peerreviewedSimpor
dc.publicationstatusPublicadopor
dc.publisherUnBpor
dc.rightsopen accesspor
dc.subjectSão Tomé e Príncipepor
dc.subjectTrabalho forçadopor
dc.subjectSocialismopor
dc.subjectIndependênciapor
dc.titleSão Tomé e Príncipe: pelo trabalho, o homem novo e o socialismo contra os costumes da terrapor
dc.typearticle
dc.volume40por
degois.publication.firstPage133por
degois.publication.lastPage163por
degois.publication.locationBrasíliapor
degois.publication.titleAnuário Antropológicopor
dspace.entity.typePublicationen

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