Autoeficácia e outras questões psicossociais: Como se sentem os adolescentes Portugueses

dc.contributor.authorSantos, A.
dc.contributor.authorSimões, C.
dc.contributor.authorLebre, P.
dc.contributor.authorMatos, M. G. de.
dc.date.accessioned2025-01-03T12:16:37Z
dc.date.available2025-01-03T12:16:37Z
dc.date.issued2019
dc.date.updated2025-01-03T12:14:33Z
dc.description.abstractO objetivo do estudo foi analisar o nível de autoeficácia, variáveis relacionadas com o envolvimento escolar e a satisfação com a vida dos adolescentes portugueses. Participaram neste estudo 5695 alunos dos 8º, 10º e 12º anos de escolaridade, participantes do estudo HBSC 2018, com uma média de idades de 15.5 anos (DP=1.8), 53.9% do género feminino. Os participantes preencheram um subescala de autoeficácia, responderam a um conjunto de questões relacionadas com o envolvimento escolar e satisfação com a vida. Os rapazes apresentam valores superiores em termos de autoeficácia e satisfação com a vida, contudo, valores superiores de pressão parental para ter boas notas e menor satisfação com a escola foram observados. Tanto rapazes como meninas se percecionam como tendo pouco sucesso na escola e não se observam diferenças ao longo dos anos de escolaridade. Os alunos do 12º são aqueles que reportam mais pressão com os trabalhos de casa, maior pressão com a avaliação e mais matéria, embora sejam os alunos do 8º os que sentem as matérias como mais difíceis e mais pressão dos pais. A satisfação com a escola e com a vida também diminui ao longo dos anos. Os resultados obtidos salientam as relações entre autoeficácia, envolvimento escolar e satisfação com a vida, evidenciando áreas de intervenção chave para uma educação de qualidade. Os adolescentes portugueses apresentam, de um modo geral, bons níveis de satisfação com a vida. No entanto, o sucesso escolar percebido e a satisfação com a escola apresentam valores reduzidos. Destaca-se a importância de programas de aprendizagem sociemocional que promovam a autoeficácia, estratégias para regulação de ansiedade face às dificuldades sentidas na escola.por
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.identifier.citationSantos, A., Simões, C., Lebre, P., & Matos, M. G. de. (2019). Autoeficácia e outras questões psicossociais: Como se sentem os adolescentes Portugueses. Revista de Psicologia da Criança e do Adolescente, 10 (1), 51-61. https://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/rpca/article/view/2629
dc.identifier.issn1647-4120
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/32882
dc.language.isopor
dc.number1
dc.pagination51 - 61
dc.peerreviewedyes
dc.publisherInstituto de Psicologia e Ciências da Educação, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Lusíada de Lisboa
dc.relationinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT//SFRH%2FBD%2F126304%2F2016/PT
dc.rightsopen access
dc.subjectAdolescênciapor
dc.subjectAutoeficáciapor
dc.subjectEnvolvimento escolarpor
dc.subjectGéneropor
dc.subjectSucesso escolarpor
dc.titleAutoeficácia e outras questões psicossociais: Como se sentem os adolescentes Portuguesespor
dc.typearticle
dc.volume10
dspace.entity.typePublicationen
iscte.identifier.cienciahttps://ciencia.iscte-iul.pt/id/ci-pub-106541
iscte.journalRevista de Psicologia da Criança e do Adolescente

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