O olho cronográfico

dc.contributor.authorRamos, M.
dc.contributor.editorTiago Cruz
dc.date.accessioned2023-03-22T10:02:47Z
dc.date.available2023-03-22T10:02:47Z
dc.date.issued2018
dc.date.updated2023-03-22T10:02:07Z
dc.description.abstractSe novo paradigma há no dealbar da “era digital” é o de ela resulta de uma hipervalorização descontrolada de formas de cognição verbal que invertem os termos da relação milenar do ser humano com os processos de registo, selecção, gestão e preservação de memórias escritas, mas progressivamente também orais e visuais. A “era analógica” é(ra) caracterizada pela limitação dos equipamentos internos e externos ao cérebro para preservação de dados, que se encontra(va)m na base dos processos de selecção socializada de memórias e conhecimentos tidos como dignos de preservar; a nova “era digital”, por sua vez, é marcada pela sobre-abundância informativa, pela (quase) impossibilidade de “esquecimento”, e pela perda de controlo colectivo sobre os meios de selecção e de gestão de memórias.por
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.event.locationFaropor
dc.identifier.citationRamos, M. (2018). O olho cronográfico. EM T. Cruz (Eds.). Nós e os cadernos (Vol.2, 26-56). Cento de Investigação em Artes e Comunicação (CIAC), Universidade do Algarve. http://hdl.handle.net/10071/28353
dc.identifier.isbn978-989-8859-40-2
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/28353
dc.language.isopor
dc.pagination26 - 56
dc.peerreviewedno
dc.publisherCento de Investigação em Artes e Comunicação (CIAC), Universidade do Algarve
dc.relation.ispartofNós e os cadernos
dc.rightsopen access
dc.subjectGraphic anthropologypor
dc.subjectNon-verbal cognitionpor
dc.titleO olho cronográficopor
dc.typebookPart
dc.volume2
dspace.entity.typePublicationen
iscte.identifier.cienciahttps://ciencia.iscte-iul.pt/id/ci-pub-52843

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