Da construção normativa do corpo feminino à irreverência dos corpos livres – as turbulências das vivências

dc.contributor.authorBaptista, V.
dc.contributor.authorAlves, P. M.
dc.date.accessioned2021-11-02T16:18:06Z
dc.date.available2021-11-02T16:18:06Z
dc.date.issued2019
dc.date.updated2021-11-02T16:17:05Z
dc.description.abstractRecua às sociedades mais ancestrais a subjugação do corpo feminino pelo poder masculino, devido à sexualidade, ao ato da conceção exclusivamente feminina e à imprescindibilidade paternal de vincular o recém-nascido à sua descendência. Historicamente esta situação manteve-se até à Época Contemporânea, na qual sobre o corpo feminino recaiu o olhar de uma sociedade patriarcal, machista, capitalista e colonial: o corpo da mulher era eurocêntrico, disciplinado e doméstico. Esta ideologia foi fortemente implementada no período de ditaduras na Europa e na América latina, do século XX, que remeteu as mulheres para uma função dependente do “chefe de família” masculino e menorizadas civil e politicamente. Pretende-se nesta comunicação compreender como ocorreram as ruturas, nas sociedades democráticas e pós-coloniais, em que se articulam as ideologias, as mentalidades e as emoções sobre as diversidades dos corpos femininos. Acrescente-se, no entanto, que estes corpos ainda continuam alvos de assédios, violações, feminicídios e de mercantilização. Como sentem as mulheres os corpos normalizados pela ideologia e pela cultura masculina prevalecente, nomeadamente na escrita e na arte? Feministas, escritoras e artistas afirmaram nos seus trabalhos os corpos e suas emoções como uma “arquitetura” feminina. Este estudo baseia-se em bibliografia sobre os corpos femininos e sua desconstrução pelas mulheres, tendo em conta a categoria mulher, integrada em classificações de “raça”, classe, ou género e em biografias de mulheres escritoras e artistas que os descreveram ou representaram. Verificamos que a luta das mulheres pela sua emancipação passou pelo reconhecimento da liberdade do corpo, no espaço público, assim como no espaço privado.por
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.event.date2019
dc.event.locationLimapor
dc.event.titleXXXII Congreso Internacional ALAS Perú 2019
dc.event.typeConferênciapt
dc.identifier.isbn978-612-5025-15-9
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/23457
dc.journalAtas do XXXII Congreso Internacional ALAS Perú 2019. Hacia un nuevo horizonte de sentido histórico de una civilización de vida
dc.language.isopor
dc.pagination798 - 810
dc.peerreviewedyes
dc.publisherALAS - Asociación Latinoamericana de Sociología
dc.relationinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/5876/147301/PT
dc.rightsopen access
dc.subjectMulherespor
dc.subjectCorpospor
dc.subjectIdeologiapor
dc.subjectSubjugaçãopor
dc.subjectEmancipaçãopor
dc.subject.fosDomínio/Área Científica::Ciências Sociais::Sociologiapor
dc.subject.fosDomínio/Área Científica::Humanidades::História e Arqueologiapor
dc.subject.fosDomínio/Área Científica::Humanidades::Artespor
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dspace.entity.typePublicationen
iscte.identifier.cienciahttps://ciencia.iscte-iul.pt/id/ci-pub-79827
iscte.subject.odsIgualdade de géneropor

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