Envelhecimento e trabalho: o papel das práticas de diversidade etária na retenção dos trabalhadores

dc.contributor.authorSousa, I. C.
dc.contributor.authorRamos, S.
dc.contributor.authorCarvalho, H.
dc.contributor.editorAna Paula Gato, Andreia Filomena Ferreri de Gusmão Gonçalves Cerqueira, Edgar Canais, José Moreira Santos, Sandrina Berthault Moreira, Vitor Barbosa
dc.date.accessioned2021-06-17T13:11:46Z
dc.date.available2021-06-17T13:11:46Z
dc.date.issued2020
dc.date.updated2021-06-17T14:11:15Z
dc.description.abstractO envelhecimento da população, caracterizado pelo aumento do número de idosos e pela diminuição da taxa de natalidade, reflete-se na composição etária da força de trabalho. A diminuição da população em idade ativa e uma transição mais tardia da escola para o mercado de trabalho contribuem para uma força de trabalho mais envelhecida e diversa em termos de idade, o que representa um desafio para a sustentabilidade das organizações. Se por um lado é necessário motivar os indivíduos para trabalharem até à idade legal da reforma, ou até para lá disso, por outro lado é necessário assegurar que os trabalhadores se sentem capazes de o fazer. Neste sentido, as organizações desempenham um papel especialmente importante na promoção de carreiras mais longas e saudáveis, criando condições para que os trabalhadores de todas as idades realizem o seu potencial. Práticas organizacionais flexíveis e inclusivas poderão ajudar os indivíduos a adaptarem-se melhor às mudanças que o envelhecimento acarreta. Usando uma amostra de 755 trabalhadores, este estudo explora o papel das organizações na retenção de uma força de trabalho diversa em termos de idade, examinando a influência das práticas de diversidade etária na idade de reforma desejada. Propõe-se que esta relação é mediada pela capacidade para o trabalho percebida. Os resultados suportam esta hipótese, o que sugere que a implementação de práticas de diversidade etária contribui para uma perceção de maior capacidade para o trabalho, levando os indivíduos a desejarem reformar-se mais tarde. Assim, estas práticas poderão assegurar a saúde e o bem-estar dos indivíduos a longo-prazo, permitindo-lhes continuar a contribuir para o sucesso da organização.por
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.event.date2020
dc.event.locationSetúbalpor
dc.event.titleII Seminário Vulnerabilidades Sociais e Saúde: envelhecimento(s) – Perspetivas interdisciplinares
dc.event.typeConferênciapt
dc.identifier.isbn978-989-54631-8-3
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/22754
dc.journalLivro de Atas do II Seminário Vulnerabilidades Sociais e Saúde – “Envelhecimento(s) – perspetivas interdisciplinares”
dc.language.isopor
dc.pagination53 - 61
dc.peerreviewedyes
dc.publisherInstituto Politécnico de Setúbal
dc.relationinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/5876/147301/PT
dc.relationinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/5876/147442/PT
dc.relationinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/5876/147300/PT
dc.rightsopen access
dc.subjectEnvelhecimento no trabalhopor
dc.subjectPráticas de diversidade etáriapor
dc.subjectIntenções de reformapor
dc.subjectCapacidade para o trabalhopor
dc.subject.fosDomínio/Área Científica::Ciências Sociais::Psicologiapor
dc.subject.fosDomínio/Área Científica::Ciências Sociais::Economia e Gestãopor
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dspace.entity.typePublicationen
iscte.identifier.cienciahttps://ciencia.iscte-iul.pt/id/ci-pub-74809
iscte.subject.odsTrabalho digno e crescimento económicopor
iscte.subject.odsReduzir as desigualdadespor

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