Do autonomy and engagement predict adaptive performance in telework? Exploring the moderating role of personality with evidence from a multinational company

dc.contributor.advisorShaozhuang Ma
dc.contributor.authorAlves, Laura da Conceição Garcia
dc.date.accessioned2026-07-29T08:39:58Z
dc.date.embargo2026-12-23
dc.date.issued2025-12-23
dc.date.submitted2025-09
dc.description.abstractThis research explores how autonomy in remote work relates to employee engagement and adaptive performance in an international company setting, while also considering whether personality traits influence these relationships. Using the Job Demands– Resources (JD-R) framework, the study looks at autonomy as a possible resource that could strengthen engagement and adaptability, and asks whether personal differences shape these outcomes. Survey data were collected from 120 employees working for a multinational chemical firm. The analysis used regression methods to examine direct, mediating, and moderating effects. The findings showed that autonomy was not a strong predictor of either engagement or adaptive performance, although some exploratory results hinted at a small effect on task performance. In contrast, engagement clearly predicted adaptive performance, underlining its value for the employees’ ability to adjust in remote work. The hypotheses concerning mediation and moderation were not confirmed, which suggests that autonomy and personality did not function as expected in this context. Overall, the study adds to both theory and practice by showing that engagement plays a central role in supporting adaptive performance in global remote work environments. From a managerial perspective, the results imply that granting autonomy alone may not be enough to build adaptability. Instead, engagement should be encouraged through resources such as effective leadership, strong communication, and recognition of employees’ contributions. The paper closes with limitations and recommendations for future research.
dc.description.abstractEste estudo analisa de que forma a autonomia no teletrabalho se relaciona com o envolvimento dos colaboradores e com o desempenho adaptativo em contexto de empresa internacional, considerando ainda se os traços de personalidade influenciam estas relações. Com base no modelo Job Demands–Resources (JD-R), o estudo aborda a autonomia como um possível recurso capaz de reforçar o envolvimento e a adaptabilidade, questionando até que ponto as diferenças individuais moldam estes resultados. Os dados foram recolhidos através de um inquérito aplicado a 120 colaboradores de uma multinacional do setor químico. A análise utilizou métodos de regressão para avaliar efeitos diretos, de mediação e de moderação. Os resultados mostraram que a autonomia não foi um preditor significativo do envolvimento nem do desempenho adaptativo, embora algumas análises exploratórias tenham apontado para um pequeno efeito no desempenho das tarefas. Em contraste, o envolvimento revelou-se claramente um preditor do desempenho adaptativo, sublinhando a sua importância para a capacidade de ajustamento dos trabalhadores em contexto de teletrabalho. As hipóteses de mediação em de moderação não foram confirmadas, sugerindo que a autonomia e a personalidade não funcionaram como esperado neste contexto. De forma geral, o estudo contribui tanto para a teoria como para a prática ao demonstrar que o envolvimento tem um papel central no suporte ao desempenho adaptativo em ambientes de teletrabalho. Do ponto de vista da gestão internacional, os resultados sugerem que conceder autonomia, por si só, pode não ser suficiente para promover a adaptabilidade. Em vez disso, o envolvimento deve ser incentivado através de recursos como a liderança eficaz, a comunicação sólida e o reconhecimento das contribuições dos colaboradores. O estudo encerra com a apresentação de limitações e recomendações para futuras investigações.
dc.identifier.citationAlves, L. da C. G. (2025). Do autonomy and engagement predict adaptive performance in telework? Exploring the moderating role of personality with evidence from a multinational company [Dissertação de mestrado, Iscte - Instituto Universitário de Lisboa]. Repositório Iscte. http://hdl.handle.net/10071/38042
dc.identifier.tid204177995
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10071/38042
dc.language.isoeng
dc.peerreviewedyes
dc.rightsrestricted access
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
dc.subjectTeletrabalho -- Teleworking
dc.subjectAutonomia
dc.subjectAutonomy
dc.subjectWork engagement
dc.subjectAdaptive performance
dc.subjectInternational management
dc.subjectEnvolvimento no trabalho
dc.subjectDesempenho adaptativo
dc.subjectPersonalidade -- Personality
dc.subjectGestão internacional
dc.subject.fosCiências Sociais::Economia e Gestão
dc.titleDo autonomy and engagement predict adaptive performance in telework? Exploring the moderating role of personality with evidence from a multinational company
dc.typemasterThesispt-PT
dspace.entity.typePublication
iscte.subject.odsTrabalho digno e crescimento económico
iscte.subject.odsIndústria, inovação e infraestruturas
thesis.degree.departmentDepartamento de Marketing, Operações e Gestão Geral
thesis.degree.nameMestrado em Gestão Internacional

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