Recovery doesn’t get a day off: um contributo para a compreensão das estratégias de recuperação em tripulantes de ambulância

dc.contributor.advisorSilva, Sílvia Agostinho da
dc.contributor.authorRestolho, Ana Catarina Costa
dc.date.accessioned2020-03-23T16:37:54Z
dc.date.available2020-03-23T16:37:54Z
dc.date.issued2019-12-13
dc.date.submitted2019-10
dc.description.abstractÉ intuitivo assumir que os indivíduos precisam de descansar após um dia de trabalho. Sendo cada vez mais confrontados com todo o tipo de exigências laborais e, consequentemente, sentimentos de fadiga e exaustão, é crucial que sejam dadas oportunidades de descanso aos trabalhadores para que os seus recursos possam ser restabelecidos, ao que Zijlstra e Sonnentag (2006) apelidaram como sendo um processo de recuperação. Neste contexto, o presente estudo procura analisar os antecedentes (através do Modelo JD-R) e a perspetiva processual da recuperação (incluindo atividades e experiências) entre 22 tripulantes de ambulância, por meio da realização de entrevistas semiestruturadas. Para a análise de conteúdo das entrevistas, foi utilizado o software MaxQDA2018, fazendo uso de um sistema de categorias que combina uma abordagem indutiva e dedutiva na definição do mesmo. De um modo geral, as estratégias de recuperação relatadas vão ao encontro da literatura referenciada (Sonnentag, 2001), embora as atividades físicas, o afastamento psicológico e os relatos de sono registem resultados mais díspares entre os participantes. No âmbito das características do trabalho, são predominantemente referenciadas exigências emocionais e/ou psicológicas associadas, maioritariamente, a ocorrências que envolvem crianças. O suporte dos colegas, a motivação intrínseca, a empatia e a competência de relação com as vítimas surgem, por sua vez, como os principais recursos utilizados pelos participantes. É igualmente identificado, numa fase final, um conjunto de sugestões de mudança e melhoria facejando as dificuldades e exigências da atividade associadas, sobretudo, ao desenvolvimento de programas de formação e sistemas de apoio à saúde mental, bem como à criação de eventos que fomentem o trabalho em equipa.por
dc.description.abstractIt’s intuitive to assume that individuals need to rest after a work-day. Increasingly facing all kind of demands and, therefore, feelings of fatigue and exhaustion, it is crucial to provide the employees with opportunities to rest so that their resources can be restored, which Zijlstra and Sonnentag (2006) have established as a recovery process. With this in mind, the current research seeks to analyze the antecedents (through the JD-R Model) and recovery’s procedural perspective (including activities and experiences) among 22 ambulance workers, through semistructured interviews. MaxQDA2018 software was used for the interview’s content analysis, drawing upon a category system that combines both an inductive and deductive approach. In general, the recounted recovery strategies are compliant with the referenced literature (Sonnentag, 2001), though physical activities, psychological detachment and sleep reports have presented some inconsistent results among participants. In what concerns work characteristics, emotional and/or psychological demands are reported as being mostly connected with children related incidents. In turn, peer support, intrinsic motivation, empathy and the ability to establish a relationship with the victims emerge as the main resources used by participants. Ultimately, a set of change or improvement oriented suggestions are also identified, addressing the work difficulties and demands within the sector, mainly pointing to training programs and mental health systems development, as well as team work events establishment.por
dc.identifier.citationRESTOLHO, Ana Catarina Costa - Recovery doesn’t get a day off: um contributo para a compreensão das estratégias de recuperação em tripulantes de ambulância [Em linha]. Lisboa: ISCTE-IUL, 2019. Dissertação de mestrado. [Consult. Dia Mês Ano] Disponível em www:<http://hdl.handle.net/10071/20170>.pt-PT
dc.identifier.tid202461572por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/20170
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.rightsopen accesspor
dc.subjectFadigapor
dc.subjectRecuperaçãopor
dc.subjectModelo JD-Rpor
dc.subjectTripulantes de ambulânciapor
dc.subjectFatiguepor
dc.subjectRecoverypor
dc.subjectJD-R modelpor
dc.subjectAmbulance workerspor
dc.subject.fosDomínio/Área Científica::Ciências Sociais::Psicologiapor
dc.titleRecovery doesn’t get a day off: um contributo para a compreensão das estratégias de recuperação em tripulantes de ambulânciapor
dc.typemasterThesispor
dspace.entity.typePublicationen
thesis.degree.nameMestrado em Psicologia Social e das Organizaçõespor

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