A herança dos “mal-nascidos”: Dos filhos do passado aos filhos da ciência

dc.contributor.authorMendes, Felismina
dc.date.accessioned2013-05-27T10:49:34Z
dc.date.available2013-05-27T10:49:34Z
dc.date.issued2004
dc.description.abstractApresentam-se alguns dos resultados obtidos num estudo sobre o quotidiano de risco genético de cancro hereditário. Seguindo uma metodologia qualitativa, avaliou-se todo o trabalho de gestão individual desse risco, desde o momento do diagnóstico ao accionar dos mecanismos, estratégias e concepções que, quotidianamente, permitem dar sentido ao acontecido. A perspectiva analítica que é possível esboçar, a partir dos relatos individuais, no respeitante à representação social da doença, estrutura-se em torno do tempo que o cancro “rouba” e do tempo que o cancro hereditário “dá” e remete para a importância do clima de aceitação positiva do risco, expresso nos desejos individuais e colectivos de um futuro melhor garantido pela evolução científica e tecnológica. Frente ao risco genético de que os sujeitos são portadores e que escapa à sua lógica de controlo, a pressão é colocada sobre a ciência (genética) e a medicina, cujo poder e prestígio nunca são questionados.por
dc.distributionNacionalpor
dc.identifier.issn0254-1106por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/5012
dc.journalRevista Crítica de Ciências Sociaispor
dc.language.isoporpor
dc.number70por
dc.pagination57-79por
dc.peerreviewedSimpor
dc.publicationstatusPublicadopor
dc.publisherCentro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbrapor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleA herança dos “mal-nascidos”: Dos filhos do passado aos filhos da ciênciapor
dc.typearticle
dspace.entity.typePublicationen

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Mendes, Felismina (2004), 70, p. 57-79.pdf
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