«Toda a minha vida fui Thug»: A (des)construção do urbano através do rap
| dc.contributor.author | Sousa, Sofia | |
| dc.contributor.author | Guerra, Paula | |
| dc.date.accessioned | 2021-11-02T15:35:17Z | |
| dc.date.available | 2021-11-02T15:35:17Z | |
| dc.date.issued | 2021-10-20 | |
| dc.description.abstract | Até que ponto a música ou outras produções artísticas podem ser um meio de reconhecimento e de aprendizagem sobre um território? (Guerra, 2019a). Esta foi a questão inicial com que nos debatemos, pois apesar de sabermos de forma corroborada o papel e a relevância de géneros musicais como o rap e da cultura hip-hop no mundo artístico, começamos a questionar de que forma são abordados determinados conteúdos, partindo de influências musicais distintas e diversas, desde o rap ao trap, consoante as manifestações de (sub)géneros musicais (Frith, 1996; Lena & Peterson, 2008). Deste modo, o nosso foco incidiu numa análise das letras das músicas de treze artistas, com o intuito de perspetivar as mensagens líricas que são transmitidas, as diversas relações ou referências que possam ser feitas a contextos geográficos, mais concretamente bairros sociais, e concomitantemente perceber como é que estas produções são pautadas pelas posições de afirmação estereotipadas relativas à representação do artista gangster, às vivências e aos consumos desviantes. Como é que um país de pequena dimensão se posiciona, em termos de produção e consumo musical, face a estes processos de resistência (Johansson & Lalander, 2012; Guerra & Quintela, 2016) musical? Acima disso, tentamos compreender em que sentido os artistas alvo de análise ainda refletem nas suas produções artísticas temas como a exclusão, a violência, a criminalidade e outras questões. Trata-se de um artigo que procura enfatizar o papel das criações artísticas enquanto (re)produtoras de conhecimento relevante sobre as realidades sociais (Guerra, 2019a; Becker, 2007). | por |
| dc.distribution | Internacional | por |
| dc.identifier.citation | Sousa, S., & Guerra, P. (2021). «Toda a minha vida fui Thug»: A (des)construção do urbano através do rap. Cidade, Comunidades e Territórios, Au21, 93-108. http://hdl.handle.net/10071/23448 | |
| dc.identifier.doi | 10.15847/cct.23933 | |
| dc.identifier.issn | 2182-3030 | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10071/23448 | |
| dc.journal | CIDADES, Comunidades e Territórios | por |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.number | Au21 | por |
| dc.peerreviewed | yes | por |
| dc.publicationstatus | Publicado | por |
| dc.publisher | DINÂMIA'CET-Iscte | por |
| dc.relation | UIDB/03127/2020 | por |
| dc.rights | open access | por |
| dc.subject | Manifestações musicais | por |
| dc.subject | Territórios | por |
| dc.subject | Representações | por |
| dc.subject | Territórios desfavorecidos | por |
| dc.subject | Bairros sociais | por |
| dc.subject | Espaços de segregação sócio-espacial | por |
| dc.subject | Guetos | por |
| dc.subject | Artes da cidadania | por |
| dc.title | «Toda a minha vida fui Thug»: A (des)construção do urbano através do rap | por |
| dc.type | article | |
| dspace.entity.type | Publication | en |
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