Candidatos a “pais” fundadores: as listas partidárias à Assembleia Constituinte
| dc.contributor.author | Espírito-Santo, A. | |
| dc.contributor.author | Rodrigues, J. | |
| dc.contributor.author | Espada, I. | |
| dc.contributor.editor | Filipa Raimundo | |
| dc.contributor.editor | João Cancela | |
| dc.date.accessioned | 2022-10-07T09:33:53Z | |
| dc.date.available | 2022-10-07T09:33:53Z | |
| dc.date.issued | 2021 | |
| dc.date.updated | 2022-10-07T10:13:47Z | |
| dc.description.abstract | A 2 de Abril de 1976, a Constituição da República Portuguesa foi aprovada, consagrando os princípios do sufrágio universal, liberdade de expressão, igualdade perante a lei, primado da lei, entre outros. A 2 de Abril de 1974, Marcello Caetano era Presidente do Conselho, Américo Thomaz era Presidente da República, e as prisões de Caxias e Peniche enchiam-se de presos políticos. Em menos de dois anos, Portugal passou da mais longa ditadura da Europa Ocidental do século XX, para uma democracia pluralista e constitucional. Em menos de dois anos, os homens e mulheres que tinham sido presos por motivos político-ideológicos, viam-se a decidir a lei fundamental do país. Se os deputados à Constituinte escreveram a primeira Constituição Portuguesa que consagrou o Estado de Direito democrático, o país realizou as primeiras eleições nas quais todos os portugueses, homens e mulheres, com mais de 18 anos, independentemente do grau de escolaridade ou da condição socioeconómica e familiar, na posse dos seus direitos cívicos, puderam finalmente votar por sufrágio universal, direto e secreto. E votaram. Com uma participação eleitoral de 91,7%, mais de cinco milhões e setecentos mil eleitores acorreram às urnas2. De 25 de Abril de 1974 a 25 de Abril de 1975, Portugal passou de um “eleitorado virgem” (Pimlott, 1977, 36), para um eleitorado com uma participação superior a 90%. | por |
| dc.description.version | info:eu-repo/semantics/acceptedVersion | |
| dc.event.location | Lisboa | por |
| dc.identifier.citation | Espírito-Santo, A., Rodrigues, J., & Espada, I. (2021). Candidatos a “pais” fundadores: as listas partidárias à Assembleia Constituinte. Em Filipa Raimundo, João Cancela (Eds.). As eleições de 1975 : eleições fundadoras da democracia portuguesa (pp.87-106). Assembleia da República. http://hdl.handle.net/10071/26207 | |
| dc.identifier.isbn | 978-972-556-739-5 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10071/26207 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.pagination | 87 - 106 | |
| dc.peerreviewed | yes | |
| dc.publisher | Assembleia da República | |
| dc.relation.ispartof | As eleições de 1975 : eleições fundadoras da democracia portuguesa | |
| dc.rights | open access | |
| dc.title | Candidatos a “pais” fundadores: as listas partidárias à Assembleia Constituinte | por |
| dc.type | bookPart | |
| dspace.entity.type | Publication | en |
| iscte.identifier.ciencia | https://ciencia.iscte-iul.pt/id/ci-pub-86009 |
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