A organização neotaylorista do trabalho no fim do século XX

dc.contributor.authorMadureira, César
dc.date.accessioned2007-06-26T09:09:53Z
dc.date.available2007-06-26T09:09:53Z
dc.date.issued2000
dc.description.abstractNo fim deste século, os modelos de organização do trabalho sofrem ainda profundas influências da organização científica do trabalho. A manutenção da polarização das qualificações é possibilitada pela gestão tecnocentrada que aposta em elites de concepção e na formalização do saber da máquina, em detrimento da qualificação do recurso humano. Ainda que a valorização do capital dependa da reintrodução da inteligência produtiva, a redução dos custos imediatos e directos e a melhoria do controlo do processo produtivo constituem as principais preocupações da gestão de topo, o que torna inviável a adopção de um modelo organizacional antropocêntrico que aposte na educação/formação do recurso humano, encarando-o como uma variável estratégica.pt-PT
dc.distributionInternacionalpt-PT
dc.format.extent199219 bytes
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.identifier.citationMadureira, C. (2000). A organização neotaylorista do trabalho no fim do século XX. Sociologia, Problemas e Práticas, (38), 159-182. http://hdl.handle.net/10071/392
dc.identifier.issn0873-6529pt-PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/392
dc.language.isoporpt-PT
dc.number32pt-PT
dc.pagination159-182pt-PT
dc.peerreviewedSimpt-PT
dc.publicationstatusPublicadopt-PT
dc.publisherCIES-ISCTE / CELTApt-PT
dc.publisherMundos Sociais
dc.rightsopen accesspt-PT
dc.subjectModelos de organização do trabalhopt-PT
dc.subjectSistema antropocêntricopt-PT
dc.subjectGestão das tecnologiaspt-PT
dc.titleA organização neotaylorista do trabalho no fim do século XXpt-PT
dc.typearticle
dspace.entity.typePublicationen
iscte.journalSociologia, Problemas e Práticas

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