O saber e o olhar colonial: política e iconografia no Centro de Estudos da Guiné Portuguesa

dc.contributor.authorCarvalho, Clara
dc.date.accessioned2014-01-17T16:46:43Z
dc.date.available2014-01-17T16:46:43Z
dc.date.issued2004
dc.description.abstractTodos os regimes coloniais empreenderam cartografias variadas dos territórios e das populações ocupados através da realização de trabalhos etnográficos, agronómicos ou zoológicos. Estas tipologizações e classificações foram um meio eficaz de criar um controlo efectivo através da delimitação dos seres e dos espaços controlados. A ocupação colonial foi também ideológica e simbólica e neste processo os registos iconográficos revelaram-se essenciais, criando as imagens que tornaram o desconhecido inteligível. Desde o século XVI que os relatos do exótico e das populações exoticizantes circulavam na Europa acompanhados de gravuras e representações fantásticas.por
dc.distributionInternacionalpor
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/6218
dc.journalSoronda - Revista de Estudos Guineensespor
dc.language.isoporpor
dc.number8por
dc.pagination55-83por
dc.peerreviewedSimpor
dc.publicationstatusPublicadopor
dc.publisherINEPpor
dc.rightsopen accesspor
dc.subjectPolíticapor
dc.subjectIconografiapor
dc.subjectCentro de Estudos da Guiné Portuguesapor
dc.titleO saber e o olhar colonial: política e iconografia no Centro de Estudos da Guiné Portuguesapor
dc.typearticle
degois.publication.firstPage55por
degois.publication.lastPage83por
degois.publication.locationBissaupor
degois.publication.titleSoronda - Revista de Estudos Guineensespor
dspace.entity.typePublicationen

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